5 de junho de 2009

Um elenco divertido



Era este, embora não esteja completo.
Reconhecem qual foi o título desta produção?

Vou conjugar os dados da Miss Vee e Luísa Moreira que acertou em quase todos, além do título Kilas o Mau da Fita, uma produção que contou com artistas portugueses e brasileiros.
Da esquerda para a direita: Lia Gama; Henrique Viana; Milú; Natália Vale, Fonseca e Costa; Paula Guedes; Luís Lello e Duarte Lima, de cócoras Armando Bogus.

nao menos felizes.. os 70's!

alegre 'catwalk' (importante nao levar a letra).. na qual se tenta propor alguma cor aos uniformes de futebol da Bundesliga.. se atentarem estamos ao som de um feliz pagodinho :)


Os alegres anos 60

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A revolução da moda na década de 60 caracterizou-se pela utilização de materiais clássicos e modernos numa conjugação inovadora e audaz. A senhora que se encontra do lado direito foi um símbolo da época, reconhecem-na?

Trata-se de Twiggy e acertou o Luís Bonifácio.

NO CINZENTO CHUVOSO DO DIA...


Gaivotas em terra.
Gosta de as ver por aqui e não considera que sejam sinal de tempestade.
Apenas um passeio pelo cinzento da tarde, uma pequena paragem em telhado de zinco frio, ante a perfeita e filosófica indiferença de um gato, desses de telhado.
O saber antigo de que não há só gaivotas em terra quando um homems se pÕe a pensar.
Há tanto tempo que não se lembrava desta canção!...

O finíssimo lanche

A fotografia revela felicidade. E era assim um casamento em 1952. O de Maria da Luz Urzal com António Fernandes de Freitas.

A insinuante Ana Maria



Outra bela capa da Revista Eva. Fotografada por Carlos Ribeiro.
Engraçado como dantes havia o hábito de assinar as revistas. Esta era da Julieta...

Imagens dos anos 50 com um sorriso

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Que bom ver um destes sorrisos aos 80 anos de idade! Sobre determinada obra deste senhor afirmou, um dia, o poeta Louis Aragon "as imagens são tão alegres que transformam uma capela em salão de baile": de quem se trata?

E acertou a Emma: o senhor representado na fotografia é Henri Matisse.

A rainha Jinga

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(Mama Africa, Isabel Le Roux)

Rainha N'Jinga a M'Bande Ya N'Gola Kiluange Kya Samba, nascida no ano de 1583 e falecida em 1663 foi a dirigente do Reino do N'Gola e da Matamba .
Segundo reza a historia de Angola, foi a primeira soberana a chefiar uma memorável Embaixada que negociou a assinatura de um Tratado de Paz com o governador português em Luanda, João Correia de Sousa no ano de 1621, destinado à interdição da captura de escravos por parte dos Portugueses.
N’Jinga prepara um séquito numeroso e com todos os atributos da sua condição de princesa faz-se anunciar em Luanda.
Os portugueses vão recebê-la como uma verdadeira rainha, com tropas perfiladas e descargas de mosquetes, sendo-lhe dada hospedagem condigna.
No dia marcado para a audiência, N’Jinga, acompanhada do seu séquito, dirige-se à casa do governador. Entra para a sala onde este ainda se não encontrava e, num relance, percebe que na sala só havia uma cadeira e duas almofadas sobre um tapete.
De imediato interioriza que pode ficar em desvantagem por ficar de pé perante um homem sentado.
Ordena a uma das suas escravas que se dobre e lhe sirva de assento e é assim que vai encarar o governador, de igual para igual.
Escusado será dizer que esta atitude de N’Jinga deixou estupefactos todos os presentes, muito particularmente o governador que percebeu imediatamente que a mulher que estava na sua presença era especial e que deveria usar com ela de toda a diplomacia, pois muita coisa estava em jogo e um gesto em falso podia representar o recrudescer da guerra.
Ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que, ao contrário de outras no continente, não dependia do tráfico de escravos.
Tornou-se mítica e foi uma das heroínas africanas cuja memória desafiou o tempo, despertou o interesse dos iluministas como no romance Zingha, reine d’Angleterre, Histoire africaine (1769), do escritor francês de Toulouse, Jean-Louis Castilhon, inspirado nos seus feitos, e foi citada no livro L'Histoire de l'Afrique, da publicação Histoire Universelle (1765-1766).

(memória reavivada no sítio da embaixada de Angola na Etiópia)

boxcar bertha

em 1972, martin scorcese realizou o seu primeiro filme (antes tinha sido assistente de realização no filme woodstock).
com um orçamento limitado mas ampla liberdade para trabalhar, scorcese agarra um livro escrito por ben reitman, um médico com um passado de ginecologista, escritor, vagabundo, anarquista e lutador pelo controlo de natalidade, sobre as confissões que lhe fez bertha thompson dos tempos em que foi ‘boxcar bertha’. embora deste livro pouco mais tenha que o nome.

bertha thompson era filha de ‘mother’ thompson, uma activista radical e neta de moses thompson, um pioneiro do kansas que em 1800 (!!) editava a revista ‘the female emancipator’ e toda a sua vida esteve ligada às lutas mais radicais da sociedade americana, embora algumas vezes bertha preferisse a companhia de chulos, prostitutas e vagabundos.

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o filme bebe na história de bertha thompson, mas digere-o de um modo diverso.

‘boxcar bertha’ (uma mulher da rua, na edição portuguesa) relata um seu envolvimento com o líder sindicalista big bill shelley (david caradine) que tinha uma forma muito pessoal de lutar a favor dos ferroviários e dos trabalhadores agrícolas do sul dos estados unidos, fazendo assaltos para dividir o dinheiro pelos desempregados.

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é um primeiro filme notável, com um david carradine excepcional (no filme entra também o seu pai john) e uma barbara hershey (ao tempo namorada de david) em começo de carreira.
a cena da crucificação de bill shelley num comboio que vai percorrer o sul dos estados unidos a dar o aviso a todos os que ameaçam os poderosos, é um momento raro na história do cinema.
é para mim um daqueles filmes de culto a que periodicamente volto.
um notável e obrigatório filme.

aqui:

o texto, em pdf, da autobiografia de bertha thompson

aqui:
o trailer de boxcar bertha

As hospedeiras


A Expo70 em Osaka foi um acontecimento fundamental para os japoneses e naugurado pelo Imperador Hirohito. Entre os 77 países participantes estava Portugal e estas eram as meninas destacadas para animar e apoiar o pavilhão existente. Linda esta moda dos anos 70 não é?

Tempo de alegria


Texlene trevira é mais do que um tecido: é um extâse para si!
Gosto muito destas roupinhas anos 70. Este reclame é mesmo um luxo, das poses, aos acesssórios, aos acompanhantes masculinos, TUDO!

As coisas aquecem

Um dos anúncios mais incoerentes que vi. De fato e gravata, senhores  bebem copos numa bar de uma qualquer ilha da Polinésia. Isto para realçar o fato Trevira! O fato da presença total. As coisas aquecem mas ele está ao fresco...com Trevira élan o tecido para o verão. Valha-me a santa.

Um filme de juventude...

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O post do ABS sobre David Carradine trouxe-me à memória um filme que marcou na juventude. Conseguem lembrar-se do seu título e qual a figura mítica representada pelo actor?

E acertou a T: "Bound for Glory" ou "A Caminho da Glória", representando Carradine o mítico Woody Guthrie.

Um pórtico


Entra-se para onde? Sabeis dizer?

Fernando disse...

Évora - Pórtico da Igreja do Carmo (Porta dos Nós);-))

Atirar-te à piscina



Aonde? :)

RedShoes disse...

Aldeia das Açoteias 

Um barquinho ligeiro andava


Adivinhais aonde?
Curiosa disse...

S.Martinho do Porto

4 de junho de 2009

So long, Grasshopper!

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David Carradine 1936-2009

SÍTIOS POR ONDE ELE ANDOU

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Chegam estes tempos e ele zarpa à procura de girassóis.
Segundo Saint-Poul Roux, o girassol é uma religião, que até acabou por dar título a uma antologia de poemas organizada por Jorge Sousa Braga para a Assírio e Alvim. Nela, lá para o meio do livrinho, René Char, há-se dizer que, “aquele que acredita no girassol não meditará dentro de casa. Todos os pensamentos de amor serão os seus pensamentos.”
Os mais belos campos de girassóis vi-os na Normandia, mas também os encontrou no nosso Alentejo e um campo de girassóis é também o bonito o final de “O Último Mergulho”, filme de João César Monteiro.
Estas imagens de girassóis são de hoje e foram tiradas nos arredores de Lisboa. Gritou por “oh da casa!”, mas só o silêncio da tarde se ouvia e, sem que ninguém o convidasse, entrou pelo portão semi aberto. Não é necessariamente algo de que se possa orgulhar, bem pelo contrário, mas não resistiu ao acto tresloucado.
Curiosamente numa das fotografias captou uma abelha no seu ofício diário, e lembrou-se de um velho bolero de Waldir Rocha: “os seus lábios têm um mel que a abelha tira da flor.”
Na fotografia que encima o texto, esse trabalho é visível. Não sabe como resultará quando a passar para o blogue.
Gostaria muito que corresse bem.

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Nos tempos em que o país parava - II

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Em dia consideravelmente dedicado ao ócio, nem imaginam como me diverti a ouvir estas músicas... mal as recordava (à excepção de uma delas).
Conseguem identificar estas senhoras?
Pista: versão latina, 75% francófona.

O Hugo acertou na France Gall e a Teresa (do Beatles Forever, elas são tantas, as homónimas...) deu a resposta mais completa:
Gigliola Cinquetti em "Non ho l'etá"; France Gall em "Poupée de Cire, Poupée de Son"; Vicky Leandros em "Après Toi" e Frida Boccara em "Un jour, un enfant".

a Kodak


A minha primeira máquina foi exactamente assim: com estes cubos de flash e os rolos enormes. Foi-me oferecida no Ciclo e com ela tirei fotos a viagens, cães, sobrinhos, família e amigos.Durou muitos anos. O que lhe fiz não sei. Mas era linda.

Uma bela recepção



Quem era recebido com tanto entusiasmo popular?

Adivinhais?

RetalhosNaVidaDeUmProf disse...

Os magriços. E acertou!

04 Junho, 2009 17:55

Mais anotações:

Teresa disse...

No regresso do Mundial em Inglaterra e de um honroso 3.º lugar. Injusto, que devíamos ter ido à final Eusébio foi o melhor marcador, e aquele retrato dele que deu a volta ao mundo, a enxugar as lágrimas à camisola, no final do jogo com a Inglaterra, continua a comover-me.

Na altura tinha apenas cinco anos...


Fernando disse...

Em primeiro plano, vê-se bem o magnifíco, José Torres:))

Uma ponte para o futuro





Assim proclamava o Século Ilustrado de 6 de Agosto de 1966.As imagens são maravilhosas e da autoria de Eduardo Gageiro. Aprecio especialmente o detalhe dos camiões a efectuarem o teste da resistência da ponte.

Gostar muito, muitíssimo, apaixonadamente, até à loucura.


Gostar de Tergal! Para vestir e cair bem. Grande camisa.
Anúncio de 1967

O Vagabundo na Esplanada

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Nas caras, descompostas pelo desorbitado melindre, havia o que quer que fosse de recalcada, hedionda raiva contra o homem mal vestido e tranquilo, que lia o jornal na esplanada.
Um rapaz aproximou-se. Casaco branco, bandeja sob o braço, muito senhor do seu dever. Mas, ao reparar no rosto do homem, tartamudeou:
– Não pode...
E calou-se. O homem olhava-o com benevolência.
– Disse?
– É reservado o direito de admissão – tornou o rapaz, hesitando. – Está além escrito.
Depois de ler o dístico, o homem, com a placidez de quem, por mera distracção, se dispõe a aprender mais um dos confusos costumes da cidade, perguntou:
– Que direito vem a ser esse?
– Bem... – volveu o empregado. – A gerência não admite... Não podem vir aqui certas pessoas.
– E é a mim que vem dizer isso?
O homem estava deveras surpreendido. Encolhendo os ombros, como quem se presta a um sacrifício, deu uma mirada pelas caras dos circunstantes. O azul-claro dos olhos embaciou-se-lhe.
– Talvez que a gerência tenha razão – concluiu ele, em tom baixo e magoado. – Aqui para nós, também me não parecem lá grande coisa.
O empregado nem podia falar.
Conciliador, já a preparar-se para continuar a leitura do jornal, o homem colocou as moedas sobre a mesa, e pediu, delicadamente:
– Traga-me uma cerveja fresca, se faz favor. E diga à gerência que os deixe ficar. Por mim, não me importo.

Manuel da Fonseca, O Vagabundo na Esplanada (excerto)

De que cidade se trata?

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Conseguem identificar esta localidade?

Loulé e acertou o Luís Bonifácio quando se referiu à terra da tia Anica (embora a cantiga também refira a Fuzeta e S. Brás):)

3 de junho de 2009

A CIDADE É A EXPERIÊNCIA QUE DELA TEMOS







Quarta-feira é dia de ir até Benfica.
O ritual do costume: Bola de Berlim e bica no “Mona Lisa", depois o Mercado, o peixe da banca do Sr. João, e hoje, no devagar depressa dos tempos, como diria o Guimarães Rosa, virou-se para os manjericos. Bonitos, alguns mesmo muito redondinhos e não muito caros: 1,50 euros.
Cheira a Lisboa.
Ou será antes uma melancolia miudinha?

Nos tempos em que o país parava...

Conseguem identificar, por ordem de apresentação, quem se encontra nas fotografias?
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Certo, T: Sandie Shaw, Cliff Richard, Abba e Lulu... e agora um "post-post" (da revista Flama da época "sandishawense):

Descalcinha e mal-vestida
foi para o palco a Sandie Shaw
e o Nascimento que tinha
tantos fatos e sapatos
e também um vozeirão
não teve mais que 3 votos
p'ra tantas vezes "oição"...
Moral da história em Viena:
podes andar bem vestido
e calçado como nós
podes pedir que te "oição"
e dar outros lamirés
que não basta apenas voz,
é preciso ter bons pés!


(fico assombrada por me aperceber como a memória pessoal armazena tanto spam):)

Anos 60


Assim se apresentava o elenco duma obra que marcou a cultura portuguesa. Adivinham como se chamava e quem eram as pessoas em palco?

Revista Panorama
 o carlos acertou:
verdes anos
isabel ruth e rui gomes ao centro a agradecer
ruy furtado (?) atrás, paulo renato(?) ao lado e
parece-me o óscar acursio à esquerda deste
deixo os resto para os profissionais
 O Fernando acrescentou

Primeiro à direita: Henrique Mendes

Veja se acerta


Clicar na imagem para aumentar.


Como eram controlados




No tempo do Estado Novo, os funcionários duma empresa. O comentário da PIDE é revelador: " Se bem que não lhe conheçam actividades é tido como desafecto à política do Estado Novo. Moralmente nada consta".

Ainda os Mersey poets e a construção de estradas e rotundas

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Como aqui já foi referido em post intitulado “Beatles e o Mersey Sound”, os poetas de Liverpool mais conhecidos são Adrian Henri, Roger McGough - de boné preto na primeira imagem - e Brian Patten.
Filhos do operariado, frequentaram a escola de arte (percurso também seguido por John Lennon) e não a universidade, tendo estabelecido forte ligação com a cultura pop. Na época dos Beatles, a leitura de textos era essencialmente feita em pubs e muitas das ideias expressas revelam preocupações de índole social.
A associação do poema postado com as 300 rotundas e centenas de quilómetros de estrada em curso foi inevitável:

Estrada
Os políticos,
(que andam a comprar carros enormes com rodas cardadas
do tamanho de carrosséis)
têm um novo plano.
Vão colocar pedras
nas nossas órbitas oculares
e seixos
no nosso umbigo
e encher-nos
de asfalto
colocando-nos
lado a lado
a fim de podermos tomar parte activa
na estrada
para a destruição.

Roger McGough
(poema Motorway, tradução para este post)

Uma adivinha por associação

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A que monumentos religiosos poderão ser associados os claustros aqui representados?

E acertaram o Fernando: 1ª fotografia - mosteiro de Alcobaça e 3ª fotografia - mosteiro de Santa Maria da Vitória(Batalha) e a Emma: 2ª fotografia - convento de Cristo (Tomar).

Eu sei que é fácil


Mas é lindo este aconchego entre pai e filha. Quem são?

Luisa Moreira disse...

Fernando Curado Ribeiro e sua filha Rita Ribeiro

Toddy


A vitamina dos campeões nesta imagem poderosa. Ainda me lembro destes Toddys de baunilha e de morango. Sabiam um pouco aos pacotes de Micro Dieta que na época também estavam na berra.

Faço uma vida completamente normal

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Muito bonita esta jovem mulher que faz as suas compras no mercado. De quem se trata? E não se deixem enganar pela simplicidade e ar doce desta senhora.

 Luisa Moreira disse...

Tita Balsemão como é conhecida a Mercedes. Na altura mulher do primeiro ministro.

Maravilhosos anos 80

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Estonteantes de pormenores, cores e tamanhos. E uns novos iogurtes surgiam, o Yoplait é bom é !

que cidade é esta?

je me rapproche...

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Bordeaux (opéra)

A Emma acertou:)

Para o Azinho

Outro blog que vais gostar de rever.