E a mesa que foi desterrada da sala de jantar está atulhada com as compras da feira da ladra e quejandos sítios...
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20 de julho de 2012
10 de julho de 2012
Empreendedorismo
Desconhecendo-se se foram imperativos da crise, preparo o almoço e olho através da janela da cozinha – os campos circundantes, durante anos imenso matagal, paraíso de inúmeras ninhadas de coelhos , deram lugar a campos de milho, a oscilarem na dança do vento que hoje se faz sentir. Sempre a recear que algum cigarro aceso fosse lançado, de uma janela de automóvel, por algum condutor distraído verifico , com agrado, que a paisagem se tornou mais bonita – sem sentidos metafóricos.
27 de março de 2012
Quando uma mala se fazia em casa/1973
Em 1973 ainda era usual produzir-se uma mala em casa. A revista Modas e Bordados até o molde fornecia. Tempos de contenção económica.
23 de janeiro de 2012
Um quarto de estudante à anos 60
Assim se idealizava um projecto de decoração para um quarto de estudante em 1965. Confesso que a ideia me agrada.
3 de julho de 2011
12 de junho de 2011
17 de maio de 2011
Telefonia
Anos bucólicos, em que a Campanha Nacional de Educação de Adultos se preocupava com a disposição da telefonia. E cito a legenda.
24 de abril de 2011
25 de dezembro de 2010
24 de dezembro de 2010
Livros e reutilização
Aprecio particularmente os conselhos ministrados pela revista Eva às mulheres portuguesas em tempo de guerra. Reutilizem e carpinteirem. Note-se, era no tempo em que existiam livros dentro de casas. Agora há, quem faça gala de os esconder em qualquer lugar escondido. Podem ter ácaros. Dizem.Revista Eva, 1940
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14 de dezembro de 2010
7 de novembro de 2010
Alguns rótulos portugueses
Ei-los.
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26 de outubro de 2010
13 de outubro de 2010
31 de agosto de 2010
Os frascos
O irmão dos outros frascos. Não é nada fácil fotografar coisas em prateleiras altas. Aborrecia-me vê-los vazios e enchi-os de pedras de aquário. E faltam os outros.
9 de agosto de 2010
8 de agosto de 2010
Sobre estes e sem ordem
Este recipiente de sal gigantesco encontrei-o há uns 30 anos no lixo. Estava a servir para limpeza de trinchas. Estragado mas sobrevive.
Esta caixa de pão veio directa da casa de um familiar dum amigo meu. Adoro-a. Conserva tudo fresquinho lá dentro.
Esta cafeteira servia o café lá em casa durante muitos anos. Tenho-a a ela e ao açucareiro. Para recordar o tempo do café de saco e que ia à mesa aqui mesmo.
25 de julho de 2010
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