Mostrar mensagens com a etiqueta Fred Kradolfer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fred Kradolfer. Mostrar todas as mensagens

30 de dezembro de 2011

Um livro curioso

Livro recentemente lançado pela Tinta da China sobre a Oliva, da autoria de Paulo Marcelo  um  aluno do Mestrado em Design na Faculdade de Arquitectura da UTL do nosso amigo Carlos Rocha. O livro está recheado de material de Alberto Cardoso. Publica também estes 2 cartazes do Fred Kradolfer  e do Jorge Matos  Chaves.


Material enviado por Carlos Rocha.

Só tem desgostos quem quer

Um belo anúncio à Pompadour: Minha senhora! Um conselho lhe damos, só tem desgostos quem quer...1947

Clicar para ampliar.

16 de novembro de 2011

Ainda a sardinha portuguesa




Material  da Campanha de Promoção das Sardinhas Portuguesas executada pelo ETP Estúdio Técnico de Publicidade em 1937 com design de José Rocha e Fred Kradolfer.

Incluía caixa de amostras para prova, folhetos em várias linguas, papel de embrulho e anúncios. Enviado por Carlos Rocha.

As sardinhas portuguesas




Material  da Campanha de Promoção das Sardinhas Portuguesas executada pelo ETP Estúdio Técnico de Publicidade em 1937 com design de José Rocha e Fred Kradolfer.
Clicar nas imagens para visualizar este magnífico material.
Enviado por Carlos Rocha.

24 de agosto de 2011

Pano de Cena

Um pano de cena criado por Fred Kradolfer em 1940  e enviado por Carlos Rocha.
Clicar para ampliar.

Exposição Colonial Portuguesa em Paris

Enviada por Carlos Rocha, mais outra fantástica imagem de Fred Kradolfer. 1931.

A cores

Enviada por Carlos Rocha, mais outra fantástica imagem de Fred Kradolfer. 1949.

Quem escreveu?

"Sabia já, por carta amiga, que eles estavam a chegar por via marítima, em grupo, para erguer, montar e o pavilhão português da Feira Mundial, a ser inaugurada em breve. Ausente havia cinco anos, e num estado de nervos que lhe exacerbava todos os afectos, a notícia trazia-o alvoroçado e impaciente: Se eles queriam vê-lo? E como o acolheriam se...? Por isso, naquela tarde, o telefonema, sem o surpreender, foi uma surpresa: pela coragem do alto funcionário que ousava infringir a regra do ostracismo. «Já cá estão! — disse ele. — Venha vê-los esta noite ao Martinique!» (hotel algo suspeito, mas tal fora a decisão oficial...). Correu a procurá--los logo depois de jantar. O encontro foi eufórico. Receberam-no rindo, de braços abertos, como amigos velhos. O Bernardo e a Ofélia, o Fred e a Astrid, o Zé Rocha e a Selma enfim unidos, o Carlos (sem a Dona Brites, que pena!), e além deles Anahory, celibatário. Estavam os mesmos, pareciam felizes, e o Ontem fez-se Hoje de repente. Só faltava o Arquitecto, que seguia à risca as instruções do Chefe. Este, ainda a bordo, reunira-os e falara assim: «Eu sei que vocês são todos amigos do Expatriado, e hão-de querer encontrar-se com ele. Mas, pelo amor de Deus, façam-no discretamente, onde isso não dê nas vistas! Eu admiro-o muito, mas o sorriso dele, o nariz bicudo, bastam para o tornar subversivo!» E a primeira coisa que eles faziam, queridos, era chamá-lo. Ainda mais enternecido ficou ao sabê-lo. Tomaram uns drinks, ele bebeu com sofreguidão as impressões da Pátria, depois subiram aos quartos, no décimo quinto andar. O Bernardo, ao ver da varanda corrida as ruas desertas àquela hora, empalideceu: «Que silêncio!» "

José Rodrigues Migueis, A Amargura dos Contrastes, Edição O Independente

19 de agosto de 2011

José Tagarro

Enviado por Carlos Rocha, de quem passo a transcrever a nota explicativa:

"Mais uma vez e oportunamente José Tagarro (1902-1931) porque fez o mês
passado 80 anos que faleceu vitima de meningite. No próximo ano faria 110 anos se não nos tivesse deixado aos 29.
Em 1932 os colegas e amigos organizaram na SNBA uma exposição em sua homenagem. Como tenho o catálogo com uma brilhante capa do Fred Kradolfer vou mandar para a T publicar se achar por bem.

O Tagarro era um grande amigo dos meus tios José e Selma Rocha.
A Selma foi várias vezes retratada por ele."



Agradeço muito ao Carlos, tenho um fascínio enorme por Tagarro e muitas incógnitas sobre ele. Tenho só uma certeza, é um extraordinário artista e está vergonhosamente esquecido.

19 de março de 2011

A digestão



Estas tábuas do tempo necessário para digerir as comidas usuais, editada pelo Instituto Pasteur são bem engraçadas. Tanto que me entusiasmei e comprei o pequeno folheto, só pelas imagens.


Disse o Carlos Rocha:
Esse folheto é da época de quarenta e o seu autor foi o Fred Kradolfer (!903-1968).

Repare na assinatura (FK) na contracapa.

Nessa época as pessoas interessadas iam em romaria ver as novas montras feitas pelo Kradolfer para o Instituto Pasteur, ao Chiado.

12 de março de 2011

Cores

Onde está este mural?

Miradouro da Senhora do Monte, autoria de Fred Kradolfer.

24 de junho de 2010