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2 de fevereiro de 2012
Claúdia Campos
Uma mulher escritora portuguesa, mostrada pelo Almanaque Bertrand de 1900. Cláudia Campos, natural de Sines. Terei que a ler, fiquei curiosa sobre a sua prosa.
17 de janeiro de 2011
15 de setembro de 2009
Adivinhais onde é?
E em que foi convertida agora?
Anónimo disse...
Será a antiga estação de caminho de ferro de Sines, onde agora funciona a Escola de Artes?
Certo:)
14 de setembro de 2009
Na pracinha
12 de setembro de 2009
Uma praia
Uma taberna como Deus a manda ser
E sobrevive aonde esta taberna ?
Curiosa disse...
Cheira-me que é em Sines na rua principal dos cafés mesmo em frente ao castelo. E é.
A 29 de Agosto
29 de maio de 2009
15 de março de 2009
15 de julho de 2008
E qual o nome desta terra?
Era Sines, senhores!
6 de julho de 2008
Guia de restaurantes em Sines
Tão pormenorizado e excelente roteiro, há que realçar!
"Bom dia,
O caramujo (ou burriés) conhecidos por caracóis do mar, desde alguns anos que desapareceram do circuito comercial, nem sei se é possível comercializá-los.Existiam outras espécies, nomeadamente em São Torpes, como lapas, que durante anos desapereceram, devido à poluição e à rapina humana, mas que incrivelmente estão a regressar.
Em relação a restaurantes, Sines não têm sabido divulgar a sua restauração (não digo gastronomia, porque muitos dos pratos não são originários daqui), existirão poucas terras com tantos bons restaurantes.
Sem qualquer critério, a não ser o da qualidade, deixo algumas sugestões:-
Restaurante Estrela do Norte - sem entrar em sines, seguido a marginal rumo à praia Vasco da Gama, a melhor feijoada de búzio que existe, num restaurante voltado para a praia do Norte, em que o olhar se perde até à Serra da Arrábida em dias de céu limpo. Só vale a pena a feijoada, mas esta justifica um deslocação propositada;
- A Lota - ainda antes da praia e sobre a ribeira, resraurante caro, com serviço cuidado, muito bons vinhos e cataplanas;- subindo para a cidade:restinguinha - para muitos o melhor peixe grelhado da zona, vista soberba sobre a baía. peixe variado, sempre escalado, assim a dimensão do "animal" o permita;restaurante o castelo - junto do castelo, bom peixe e carne grelhada, com um toque diferente, abusam em molhos com base no alho;
Zé Beicinho - restaurante mais caseiro, bom peixe grelhado, boa relação qualidade/preço;
saindo de Sines em direcção a Porto Covo, na praia de São Torpes - os restaurantes Luís e Bom Petisco partilham com a Restinguinha restinguinha, o "título" do melhor peixe grelhado;
Ainda em São Torpes: os conhecidos e afamados Trinca Espinhas, Arte & Sal e Gost'i praia, mais caros e igualmente muito bons.
Em São Torpes é impossível encontrar um mau restaurante, qualquer deles seria um restaurante de renome, em qualquer lugar.Por estas bandas para além do peixe grelhado procurem as cataplanas de peixe mas principalmente o arroz de tamboril.
O melhor em minha opinião é numa tasca no cruzamento para São Torpes, tem tanto de bom como o estabelecimento de mau aspecto, e acreditem que é necessário alguma coragem para lá entrar.Bom apetite
António Braz do blog Estação de Sines
"Bom dia,
O caramujo (ou burriés) conhecidos por caracóis do mar, desde alguns anos que desapareceram do circuito comercial, nem sei se é possível comercializá-los.Existiam outras espécies, nomeadamente em São Torpes, como lapas, que durante anos desapereceram, devido à poluição e à rapina humana, mas que incrivelmente estão a regressar.
Em relação a restaurantes, Sines não têm sabido divulgar a sua restauração (não digo gastronomia, porque muitos dos pratos não são originários daqui), existirão poucas terras com tantos bons restaurantes.
Sem qualquer critério, a não ser o da qualidade, deixo algumas sugestões:-
Restaurante Estrela do Norte - sem entrar em sines, seguido a marginal rumo à praia Vasco da Gama, a melhor feijoada de búzio que existe, num restaurante voltado para a praia do Norte, em que o olhar se perde até à Serra da Arrábida em dias de céu limpo. Só vale a pena a feijoada, mas esta justifica um deslocação propositada;
- A Lota - ainda antes da praia e sobre a ribeira, resraurante caro, com serviço cuidado, muito bons vinhos e cataplanas;- subindo para a cidade:restinguinha - para muitos o melhor peixe grelhado da zona, vista soberba sobre a baía. peixe variado, sempre escalado, assim a dimensão do "animal" o permita;restaurante o castelo - junto do castelo, bom peixe e carne grelhada, com um toque diferente, abusam em molhos com base no alho;
Zé Beicinho - restaurante mais caseiro, bom peixe grelhado, boa relação qualidade/preço;
saindo de Sines em direcção a Porto Covo, na praia de São Torpes - os restaurantes Luís e Bom Petisco partilham com a Restinguinha restinguinha, o "título" do melhor peixe grelhado;
Ainda em São Torpes: os conhecidos e afamados Trinca Espinhas, Arte & Sal e Gost'i praia, mais caros e igualmente muito bons.
Em São Torpes é impossível encontrar um mau restaurante, qualquer deles seria um restaurante de renome, em qualquer lugar.Por estas bandas para além do peixe grelhado procurem as cataplanas de peixe mas principalmente o arroz de tamboril.
O melhor em minha opinião é numa tasca no cruzamento para São Torpes, tem tanto de bom como o estabelecimento de mau aspecto, e acreditem que é necessário alguma coragem para lá entrar.Bom apetite
António Braz do blog Estação de Sines
30 de junho de 2008
Figuras e Factos
É uma das rubricas que me encanta quando leio a Ilustração Portugueza.O Aviador Salles, o cientista que morre enquanto estudava a doença do sono, a nomeação do governador de Angola, os novos barcos da associação naval e a festa elegante em Sines, entre outras novidades. E acho que dei com uma fotografia tirada pelo meu avô. Será? Terei que investigar.
Nota: E já me foi confirmado, era mesmo ele:)
Nota: E já me foi confirmado, era mesmo ele:)
Clicar na imagem para ampliar.
22 de junho de 2008
Talvez por cheirar a mar
Era uma viagem de não sei quantas horas de camioneta ou de carro. Lembro-me de lá chegar, deixar as malas na praia, eu e a minha irmã corrermos para a água, sensação tão grande de liberdade e de prazer, lembro-me da minha irmã a despachar-me e a chegarmos molhadas e cheias de areia a casa da minha avó. Ainda não havia complexo e o mar estendia-se à nossa volta, acolhedor e saudoso. Sines era a família do meu pai presente. A minha avó Lúcia sempre pronta a jogar à bisca, fazendo uma certa batota,subornando-me para ir à cozinha buscar-lhe um bocadinho de chouriço proibido, malditas dietas. Sines era as voltinhas com o meu pai, as conversas com os pescadores, o toque de esplanada, do marisco, caramujo e búzios, as conversas de que eu nada percebia mais entretida a apanhar as "caricas das garrafas". Sines era São Torpes, Porto Covo, um deslizar por ali num carocha do meu Tio Ilídio. Sines era a gaiatada toda, uns família outros amigos, era estar sempre bem. Sines era o meu Tio Zé, com os olhos da cor do mar e aquele ar de lisboeta trocista e a minha Tia Susana com aquele arrastado e cantante sotaque alentejano, olhar penetrante e cujo humor mordaz me surpreendia. Sines é um lugar de afectos e de recordações. Sines é estar outra vez de mão dada com o meu pai.
Não passo por Sines que não tenha saudades do que era Sines antes de estar assim.
Para o Manuel e para a Teresa M.
Clicar nos postais para ampliar
21 de junho de 2008
24 de julho de 2007
SineS
começou no sábado passado & prolonga-se até ao próximo sábado. é o Festival Músicas do Mundo em Sines!

5ª lá estarei para ver os Tartit.

uma breve descrição:
«A música hipnótica de um extraordinário matriarcado do deserto.
Quando uma mulher tuaregue Kel Tamashek gosta de um homem, pede-lhe a mão em casamento. Quando deixa de gostar, divorcia-se dele e organiza uma festa. Um atípico matriarcado na África de influência árabe, a sociedade de onde provêm os Tartit tem uma história de resistência. Dividida por vários países (Argélia, Líbia, Níger, Mali e Burkina Faso) na sequência das independências africanas, revoltou-se em 1963 e 1991 na defesa do meu modo de vida nómada. Da última revolta resultou a fuga para campos de refugiados, num dos quais os Tartit (“união”) nasceram, em 1995. Composto por cinco mulheres e quatro homens originários da região de Timbuktu (Mali), o grupo produz uma música de ritmos circulares e inebriantes: as mulheres cantam em coro, ululam, batem palmas e tocam o tambor “tinde”; os homens tocam “imzad” (violino de uma corda), “tehardent” (espécie de alaúde) e guitarra. Com o terceiro disco acabado de lançar - “Abacabok”, disco africano de 2006 para a revista Rolling Stone -, cantos de amor e desamor, do desejo de voltar a casa, por um dos mais tocantes grupos africanos actuais.
Fadimata Walett Oumar, voz e tambor “tinde”
Walett Oumar Zeinabou, voz e tambor “tinde”
Mama Walett Amoumine, voz e tambor “tinde”
Fadimata W. Mohamedun (Fatma), voz e tambor “tinde”
Tafa Al Hosseini, voz e “imzad”
Amanou, alaúde “tehardent” (3 cordas), vocals
Ag Mohamed Idwal, alaúde “tehardent” (4 cordas)
Mossa Ag Mohamed, voz
Mohamed Issa ag Oumar, guitarra eléctrica principal e voz»
descrição retirada, sem permissão, de aqui!
é no dia 26 Julho 2007, no Castelo pelas 23h00.
A NÃO PERDER!
5ª lá estarei para ver os Tartit.
uma breve descrição:
«A música hipnótica de um extraordinário matriarcado do deserto.
Quando uma mulher tuaregue Kel Tamashek gosta de um homem, pede-lhe a mão em casamento. Quando deixa de gostar, divorcia-se dele e organiza uma festa. Um atípico matriarcado na África de influência árabe, a sociedade de onde provêm os Tartit tem uma história de resistência. Dividida por vários países (Argélia, Líbia, Níger, Mali e Burkina Faso) na sequência das independências africanas, revoltou-se em 1963 e 1991 na defesa do meu modo de vida nómada. Da última revolta resultou a fuga para campos de refugiados, num dos quais os Tartit (“união”) nasceram, em 1995. Composto por cinco mulheres e quatro homens originários da região de Timbuktu (Mali), o grupo produz uma música de ritmos circulares e inebriantes: as mulheres cantam em coro, ululam, batem palmas e tocam o tambor “tinde”; os homens tocam “imzad” (violino de uma corda), “tehardent” (espécie de alaúde) e guitarra. Com o terceiro disco acabado de lançar - “Abacabok”, disco africano de 2006 para a revista Rolling Stone -, cantos de amor e desamor, do desejo de voltar a casa, por um dos mais tocantes grupos africanos actuais.
Fadimata Walett Oumar, voz e tambor “tinde”
Walett Oumar Zeinabou, voz e tambor “tinde”
Mama Walett Amoumine, voz e tambor “tinde”
Fadimata W. Mohamedun (Fatma), voz e tambor “tinde”
Tafa Al Hosseini, voz e “imzad”
Amanou, alaúde “tehardent” (3 cordas), vocals
Ag Mohamed Idwal, alaúde “tehardent” (4 cordas)
Mossa Ag Mohamed, voz
Mohamed Issa ag Oumar, guitarra eléctrica principal e voz»
descrição retirada, sem permissão, de aqui!
é no dia 26 Julho 2007, no Castelo pelas 23h00.
A NÃO PERDER!
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