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26 de julho de 2013

Todos temos uma praia...


Todos temos (no mínimo) uma praia, por motivos vários. No caso específico, trata-se de uma questão de proximidade, de travo a maresia, de travessias durante a maré baixa até à praia que com esta confina. Se a escolha dependesse da temperatura da água, não ficaria decerto entre as mais eleitas. Transparente e azul (manhãs de nevoeiro à parte)  oferece, com generosidade, lapas e mexilhões, a quem gosta de transportar da beira-mar até à cozinha,  uma refeição do produtor ao consumidor.


Com a decisão de viver umas férias à margem de um planeamento elaborado, a praia mais próxima será, no presente ano, uma visita a repetir (caso o tal de S. Pedro, a quem atribuem caprichos meteorológicos, entre também em 'modo férias')

28 de outubro de 2012

A coelha

Um nome singular para os dias que correm. Não é a minha praia, certamente.


8 de setembro de 2012

Favela da Telha


























'Cá pegou de moda' o biquíni com corte brasileiro, e ainda bem! Mas este perfil peri-urbano favelado desfeia qualquer praia, faz-nos sentir despidos de identidade. Nem a veraneante pseudo-brasileira, que se baloiça a caminho das águas, a transforma numa das 7 Maravilhas.

19 de julho de 2012

16 de julho de 2012

7 de outubro de 2011

Sol



A gozar os últimos dias de sol mas nunca abandonando a informação.

19 de agosto de 2011

Peixes


Em 1957, estes eram os peixes que se encontravam nos principais pesqueiros da Ericeira.


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6 de agosto de 2011

O pescador

Azenhas do Mar.
Ano de 1953
Velho pescador, chamavam-lhe o Lobo do Mar.
Imagem e legenda de

Luciano Canelas

5 de junho de 2011

Un vrai chasseur



Perto de casa uma imagem frequente, mesmo com a chuva prestes a chegar. Distribuem-se pela falésia, preferindo territórios exclusivos. Um ou outro ficam à beira-mar em tempos de maré baixa.
Admiro-lhes a paciência, ficando a pensar se a actividade não será um pretexto para ficarem a sós com o espaço envolvente.
Acredito nos bem sucedidos, pois recebi uma oferta de sargos acabados de pescar com um sabor há muito esquecido, já escalados e salgados, prontos a irem directos para a grelha. No entanto, penso que muitos serão poetas do mar, a sós com sons, imagens e o inconfundível aroma a praia que por aqui prevalece.
Sorrio ao pensar no trava-línguas aprendido na infância «Un vrai chasseur sachant chasser doit savoir chasser sans son chien» e transponho-o para um conceito pessoal criado no momento «um verdadeiro pescador só o é no privilégio do isolamento».

15 de maio de 2011

Alforreca

A alforreca deu à praia.È muito grande. Está morta. Todos os passantes a comentam. As crianças dizem "tentámos levá-la para o mar". Outra mais pequenina tenta enchê-la de areia. É um jelly fish, perguntam? Aqui está ela.