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6 de fevereiro de 2010
Um título de Fialho de Almeida
Hoje com tempo para espreitar um bloco de notícias em se fazia referência à TVI, ao director de um jornal diário recentemente afastado e ainda ao jornalista Mário Crespo, pareceu-me curiosa a descoberta desta obra de Fialho de Almeida editada pela Palimpsesto.
17 de agosto de 2009
Um pequeno grande livro

O último Expresso dá o devido relevo a Paulo da Costa Domingos e à seu sua obra Narrativa. Livro seco e implacável, diz o jornalista. Ou o que faz pensar de outro ângulo, que não é certamente o dos "consumidores de ideias feitas".
Se tiverem dificuldade em encontrá-lo nas livrarias clássicas, passem pela banca da Frenesi na Rua Anchieta aos sábados e perguntem ao autor como adquiri-lo.
Clicar na imagem para ampliar.
3 de agosto de 2009
As publicações Aillaud Bertrand.
Contava a Ilustração a história desta "excelente camionette" de distribuição das publicações da Aillaud e Bertrand.
Delas temos estes registos:
Magazine Bertrand
Almanaque Bertrand
Voga
Ilustração.
25 de março de 2008
Livros, prédios e Março
A Feira dos Livros Manuseados da Assírio e Alvim chegou-me mesmo a calhar. Fui lá comprar as prendas atrasadas de dois amigos, com quem vou jantar hoje. A fotobiografia do Ruben A e a obra da Paula Rego. Mais, comprei para a E um conjunto de livros que acho que são a cara dela, desde o Vila Matas à minha querida Sylvia Plath. Claro que me presenteei com alguns regalos: Uma coisa em forma de assim do Alexandre O´Neill, A escrita dissidente (autobiografia de Ruben A) e Cartas de amor de Anne Conover e Mollie Bidwell para José Maria Eça de Queiroz.
Estou bastante mais contente.
O meu conselho é que vão rapidamente à Assírio, tem óptimos livros e a bons preços. E percorram uma das ruas mais bonitas e conservadas de Lisboa.
E já agora, onde é este prédio? ;)
20 de abril de 2007
Um novo link
Este aqui.
Para quem era e é fascinado pelo carisma do Fernando Ribeiro de Mello e pela qualidade da sua editora Afrodite.
Tem ainda uma série de links para alfarrabistas.
Um blog a não perder de vista e por isso o "favoritei".

A Venus de Kazabaika, Edição Integral, Lisboa 1966,
Edição de Fernando Ribeiro de Mello.
Ou ...


Este delicioso livro que comprei por uns 20 escudos, num alfarrabista debaixo das arcadas da Praça do Comércio e a conselho de um leiriense amigo, o Junqueira. Ele disse no seu modo nonchalant e amigável: compra,que fazes bem. E eu sempre fui amiga do bem fazer.
Foi em 1979. Tinha sido editado em 75. Imagino esta frase como a origem do sexo virtual!

Para quem era e é fascinado pelo carisma do Fernando Ribeiro de Mello e pela qualidade da sua editora Afrodite.
Tem ainda uma série de links para alfarrabistas.
Um blog a não perder de vista e por isso o "favoritei".
A Venus de Kazabaika, Edição Integral, Lisboa 1966,
Edição de Fernando Ribeiro de Mello.
Ou ...
Este delicioso livro que comprei por uns 20 escudos, num alfarrabista debaixo das arcadas da Praça do Comércio e a conselho de um leiriense amigo, o Junqueira. Ele disse no seu modo nonchalant e amigável: compra,que fazes bem. E eu sempre fui amiga do bem fazer.
Foi em 1979. Tinha sido editado em 75. Imagino esta frase como a origem do sexo virtual!
3 de dezembro de 2005
Andre Breton: A Antologia do humor negro.
Se por acaso andarmos a deambular numa feira qualquer e virmos uma pilha de livros ao desbarato, é melhor pararmos e ir coscuvilhar. Foi assim que há alguns anos comprei este livro, num estado magnífico, depois de longas procuras.
Abstraindo do facto de termos em muitos casos, que limpar e arejar os livros (eu sacudo-os suavemente à janela), é dos prazeres mais evidentes do mundo o sabermos que fizemos uma colecta excelente e que nos espera uma bela leitura.
Nunca é mais elogiar o excelente trabalho do Fernando Ribeiro de Mello e das Edições Afrodite.
Muito esquecido anda o senhor, neste país de voláteis memórias.
Claro que voltarei a este livro. Tem muito para ser explorado.
Abstraindo do facto de termos em muitos casos, que limpar e arejar os livros (eu sacudo-os suavemente à janela), é dos prazeres mais evidentes do mundo o sabermos que fizemos uma colecta excelente e que nos espera uma bela leitura.
Nunca é mais elogiar o excelente trabalho do Fernando Ribeiro de Mello e das Edições Afrodite.
Muito esquecido anda o senhor, neste país de voláteis memórias.
Claro que voltarei a este livro. Tem muito para ser explorado.
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