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16 de outubro de 2011

12 de setembro de 2011

Madeira

Uma Madeira ainda sem jardim , sonho dos dias de inverno, e com TAP.
Revista Flama, 1963

10 de junho de 2011

O senhor viajante


Esta imagem, também do catálogo de 1964 da Loja das Malhas, evoca-me o ritual do vestuário de viagem tão comum nos anos 60. Agora optamos por roupa confortável e desapareceu este costume de nos emperliquitarmos quando viajamos.

24 de março de 2011

10 de julho de 2010

Tap

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Até que me apeteceu ir viajar à Madeira.
Anuário do Turismo Português, 1961

24 de abril de 2010

Quando voar era um luxo

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Quando a Tap cuidava mesmo bem de nós. Outros tempos. Que inveja daquele menu...
Belos anos sessenta.

7 de fevereiro de 2010

Pelos Ares

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Já abriu.
Museu do ar, na Base Aérea N.º1, em Sintra.

Junta o espólio do Museu da TAP, o do Museu da ANA e aviões da Força Aérea.
Divulgar a história da aviação em Portugal, juntando a militar e a civil, é um projecto coerente que está em crescimento no actual Museu de Ar, na Base Aérea N.1, em Sintra.

Nestes projectos, são sempre grandes as dificuldades e pequenos os apoios:
 - Preservar os antigos aparelhos é um investimento considerável mesmo quando se pretende apenas a sua apresentação “estática”.
  - Preservá-los capacitados para voar é um investimento enorme que apresenta, sobretudo, risco de perda. Mas é óbvio que a sua acção, o voo, é o que mais interessa.
Actualmente, os aviões antigos da Força Aérea estão “pregados” ao chão na sequência dos lamentáveis acidentes ocorridos já neste século. Mas pelo mundo fora há quem neles voe e alguns dos aparelhos foram os nossos.
Em Portugal, foi criado um Portal dedicado à recolha e sistematização da informação disponível sobre a história da aviação – Voaportugal  - onde se está a fazer um trabalho a todos os títulos notável.
Parece incrível mas existe um conjunto significativo de pessoas que faria o necessário para garantir um proverbial lugar como passageiro num voo de alguns minutos num avião dos anos vinte do século passado, mesmo que nenhuma seguradora queira assumir o risco.
E existe ainda muita “memória viva” para perpetuar.
Texto e Imagem de Pedro Ferreira

21 de janeiro de 2010

NA ROTA DE VELHOS ANÚNCIOS

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Sem que o possa afirmar com convicção, admite que este anúncio para piltos da TAP será do ano de 1969.
“Há homens que não suportam estar colados ao chão esses serão os nossos pilotos. Oferecemos-lhe dezenas de céus. E dezenas de terras. Oferecemos-lhe um viver cheio de à-vontade dentro da responsabilidade. Sem e com experiência de voo venha para piloto da TAP.”
Um texto apelativo que lhe deu ganas de ir para piloto da TAP. Não foi, mas conhece quem tenha ido, o tempo em que a TAP era um modelo de companhia aérea. Hoje é o que se sabe…
Tudo isto lhe traz velhas paixões: barcos, moinhos, aviões, comboios.
Lembra-se dos domingos de Verão, com o avô, no Aeroporto da Portela a ver aviões, partirem, aviões chegarem.
No edifício havia uma esplanada, com grandes chapéus-de-sol, que se viam cá de baixo, do gradeamento que limitava a pista. Famílias em grupo passeavam-se por ali e havia mulheres a vender, em cestos de palha trançada, com uma asa ao meio, em cartuchinhos de papel, tremoços, amendoins, também colares de pinhões, alfarroba, paladares.
Mais tarde haveria de conhecer uma canção do Gilbert Bécaud que falava dos domingos em Orly. Quando a ouve, é do avô, e dos domingos da Portela, que se lembra, e, não raro, uma lágrima atrevida, furtiva lágrima, teima em rolar.
Coisas tão simples, coisas tão maravilhosas, encantamentos para toda uma vida.

9 de dezembro de 2009

12 de outubro de 2009

5 de agosto de 2009

Tap

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Isto é um bocadinho machista não? Porque não a mulher? Mas a vida era assim em 1963.