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18 de janeiro de 2012

"A gente não vê eles na rua"

Dizem duas senhora, no autocarro 735, de formatos bem  parecidos em etnias diferentes. "Eles andam aí de limusinas e nem os podemos ver, para lhes partir a cara" . Acrescenta a amiga "Só os vemos na TV". "Até demais, nem suporto as caras e a vozes deles" diz a outra e eu concordo silenciosamente.
Hoje o quotidiano lisboeta nos transportes públicos é marcado pelas críticas a "eles" e à questão dos feriados.
"Eu acho mal que tirem os religiosos, só deviam tirar os dos civis". "Isto é contra a independência nacional, pois tiram o cinco de Outubro, que era a data da independência nacional, que conquistámos à rainha espanhola". O vinte e cinco de Abril deve ficar sim, pois é o dia do poder do povo". "A vida está mal caramba, tenho que aprender a roubar".
De tudo isto fica-me a frase que titula este post. Onde andarão eles? Eu nem quero saber.

17 de novembro de 2011

28 de abril de 2011

a banda da Carris

Chico Buarque visitava Lisboa em 1967. Foi recebido pela banda da Carris e disse ao repórter  que tinha sido a mais bonita prova de simpatia que tinha recebido na vida. A canção que a banda tocava, adivinharão qual era....Gageiro esteve lá e fotografou este Chico Buarque tão novo e feliz.Século Ilustrado, nº 1530.

9 de abril de 2010

Lisboando

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De quantas cores foram pintadas as fachadas do Terreiro do Paço desde 1970 até hoje?
E qual a primeira cor original com que foram pintadas?
Outra adivinha do Mário.

A definição das três cores propostas pela Helena parecem-me ser as certas. O amarelo é a original...que teria uma tonalidade equivalente à actual. Mas em 1970 era definitivamente verde, como era a cor dos autocarros da Carris de Ferro de Lisboa

4 de março de 2010

Adivinhais?

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O pormenor de se conseguir ler "Duas Amazonas" só me deixa uma hipótese! Avenida Duque de Ávila, número 47 :-)
Mesmo em frente à antiga estação da Carris do Arco Cego. Acertou o Rui.

12 de dezembro de 2009

Uma divertida coincidência

E não é que depois de ter visto as belas imagens sobre a Carris descobri casualmente este anúncio de há quase meio século?
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Atendendo à deficiente qualidade da imagem, passo a trascrever o texto:

Em Lisboa: com cerca de 40 carreiras de autocarros e 38 de «eléctricos».
E para fora de Lisboa: com um serviço de aluguer de autocarros ao quilómetro.
Os serviços da Carris são uma garantia de seriedade e eficiência.
Posto de informações: Escadinhas de Santa Justa (frente à rua do Carmo) - telef. 27914.

Fuga ao bulício da Cidade graças à Carris

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Há excursões para todos os gostos. Qual preferem? Assim rentabilizava a Carris a sua Frota de Autocarros!

Post enviado por Pedro Ferreira.

As excursões da Carris

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O Pedro Ferreira enviou este folheto publicitário da CCFL que pensa ser de 1950. Deliciai-vos.

29 de novembro de 2009

O jornal do vizinho

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Morreu há 15 anos e merece bem ser recordado. Um excelente jornalista desportivo, que amava Lisboa, de escrita fluente e de fino humor. Falo de Carlos Pinhão, pois claro, e trago aqui uma crónica sobre os lisboetas que é uma preciosidadede. Foi publicada em Novembro de 1966 na Revista Eva. Leiam e deleitem-se com as viagens nos anos 60 num autocarro da Carris.
E a propósito tenho que comprar os livros que o Carlos Pinhão escreveu para crianças. Sei quem vai gostar de ouvir estas histórias.

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12 de outubro de 2009

Um interessante blog

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Este mesmo.
Escrito por Rafael Santos, um motorista da Carris conta as peripécias da sua vida. De notar a qualidade da escrita e do design do blog . Num dos seus textos, questiona-se porque são tão as  raras pessoas  que cumprimentam quando entram no autocarro. Também é assunto que me deu que pensar.
Parabéns ao Rafael Santos! Quando entrar num autocarro vou espiolhar a ver se é ele o condutor!