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15 de fevereiro de 2017

10 de julho de 2015

Lisboa

Outra capa da revista Panorama nº 28, 1946,  de autoria de Anne Marie Jauss
Desenho aguarelado/ Drawing de Anne Marie Jauss
para a capa da Panorama em 1946.
Obituário do New York Times:
Anne Marie Jauss, Author, 
Anne Marie Jauss, an author of books for children and an illustrator, died on Friday at a nursing home in Milford, N.J. She was 89 years old.
She died of natural causes, said a friend, Florence Stephens.
Ms. Jauss was born in Munich, Germany, and studied at the state art school in Berlin. She left Germany in 1942 and moved to Lisbon, making a living as a painter, an illustrator and a pottery-maker. In 1946, she moved to the United States and began a career as a writer of children's books.
Her best-known book is "Under a Green Roof" which was published in 1960 by J.B. Lippincott of Philadelphia and New York in 1960.



30 de maio de 2015

Alameda Dom Afonso Henriques

Nestes próximos dias pode-se andar numa ponte dentro da fonte luminosa. Para os mais receosos dos repuxos, é fornecido um impermeável negro.  Uma experiência que me fez sorrir. E uma ideia genial e simples.






19 de maio de 2015

16 de maio de 2015

Pomar no Campo Grande


Sabe bem passear no campo e apreciar esta andorinha.
Mas não é uma andorinha que faz um belo painel de azulejo.
Aconselho que façam uma pausa para a bica na esplanada do lago.

6 de dezembro de 2013

Lisboa sob o sol de outono


A surpresa da saída. De um espaço interior, frio, abro a porta para a cidade. Calor de aconchego que traz para a rua, sem pressas, moradores junto aos caixotes de fruta, dispostos ao longo do passeio; alguns conversam em bancos de jardim, relegando relógios a uma inutilidade absoluta.

 

Decido regressar a pé, caminhada de uma hora, para saborear a temperatura amena (já que – pasme-se – é o tempo de espera para o autocarro). A luminosidade da tarde, ouro líquido, apazigua. Consegue-se viver a sensação (não pensamento) do sol de outono. A tarefa menos conseguida é cessar ideias, ao olhar as árvores, testemunhas imperturbáveis dos tempos. É apaziguadora a forma como elas mudam a coloração das folhas, como as deixam cair, despojadas e, meses mais tarde, se deixam visitar por pássaros que quase nascem dos seus ramos, prolongando-os, como um dia escreveu o poeta.




Ouro líquido – penso – cessando em consciência posteriores associações.

5 de novembro de 2013

Kores

Numa loja tradicional da baixa, Au Petit Peintre, deslumbro-me com este painel publicitário.


O arco

Sinto-me sempre uma VIP, quando atravesso este arco.Mas, muito pequena também...