Contava assim a história de um homem casado, O ABC a Rir de 1921, pela mão de Almada Negreiros.
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3 de fevereiro de 2016
14 de agosto de 2012
A vida é boa se nós a fizermos!
Assim dizia Almada Negreiros no Zip-Zip em presença que ficou célebre e é um dos grandes momentos da televisão portuguesa. Esta foto de Augusto Cabrita documenta o encontro de Almada com o pequeno marçano que lhe admira a obra. Ele sorri e conversam. Era o ano de 1969. e a simplicidade acompanha o génio. Que será feito deste rapaz e lembrar-se-à ele deste encontro?
19 de julho de 2012
Larousse
Deve ter sido interessante esta conferência. Em 1944, Almada Negreiros falava sobre Homero, usando o imaginação e o apoio do Larousse:) Hoje utilizaria certamente o google:) E com pausa para o cigarro...Vida Mundial Ilustrada.
23 de abril de 2012
Marchando
Em 1934, Almada Negreiros via assim o desfile da Mocidade Portuguesa, incorporado no Cortejo Histórico da cidade.
8 de abril de 2012
Programa de Festas
Muito amarelecido pelo tempo, com algumas páginas omissas, foi assim que resgatei este programa de festas da cidade de Lisboa de 1934. A grande mais valia desta brochura são os desenhos de Almada Negreiros. E depois de me deliciar com estes corvos do brasão , desconfio que não vou achar graça a nenhuns outros.
10 de dezembro de 2011
7 de maio de 2011
20 de outubro de 2010
O mar no avental
"Varinas que sabeis a sal
E trazeis o mar no vosso avental"
José de Almada Negreiros
Almanaque O Século, 1935
15 de junho de 2010
Mestres Almada e Pessoa
40 anos “sem” Mestre Almada.
Não.
40 anos “sempre” com Mestre Almada.
No mesmo hospital e no mesmo quarto onde Pessoa se despedira, quase incógnito, de todos nós (como bem recordou “divagarde” há poucos dias), Almada Negreiros seguiu-lhe o exemplo, a 15 de Junho de 1970.
Estranha coincidência.
Não.
40 anos “sempre” com Mestre Almada.
No mesmo hospital e no mesmo quarto onde Pessoa se despedira, quase incógnito, de todos nós (como bem recordou “divagarde” há poucos dias), Almada Negreiros seguiu-lhe o exemplo, a 15 de Junho de 1970.
Estranha coincidência.
"Devo a Fernando Pessoa (repito: pela primeira vez na minha vida) a alegria de ver noutrem a oposição e não o costumado contrário nosso alheio. Obrigado Fernando. Não há aqui de quê agradecer. Também o sei. Desculpe. É a afectividade. Carinho.
De parte a parte, em ambos nós nada havia de contrários pois que nenhum dependia dessas classificações engendradas a título social para o sossego e a comodidade de uns tantos. Não. Éramos poetas. Perdão: apresentávamo-nos para poetas. Antes de bons ou maus poetas bebíamos já ambos o delirante veneno de não pertencermos a nada e sermos cá. Partíamos logo desde o respeito muito bem pesado por tudo quanto a outros lhes era forçoso participar no quotidiano. Não ter este forçoso era o nosso carimbo de poetas. Mas para melhor fazer entender o carimbo, direi que isenção que significa poeta tem arrumo na nomenclatura social e na mesma palavra que faz de réu em desclassificado.
Foi neste momento que dei a Fernando Pessoa um pequeno papel muito dobrado e que ainda o dobrei mais deante dele. Desdobrou-o com o mesmo cuidado com que o dobrei, e leu: Quer o queiramos quer não, nós (o artista) estamos muito longe de pertencer à comunidade". Assinado: Cézanne."...
Almada Negreiros in "Orpheu".
(Imagem: Caricatura de Pessoa, por Almada).
12 de maio de 2010
Anos 50
A propósito de um filme português, um grande artista plástico fez este desenho.
Quem?
E qual o filme?
É sempre gratificante recordar Stuart de Carvalhais, Bernardo Marques, Almada Negreiros, Carlos Botelho, Maria Keil, Lima de Freitas ou mesmo Frederico George e José Vilhena.
Ou até Álvaro Cunhal, na sua qualidade de excelente artista plástico.
Mas depois de todos estes nomes…Júlios…Resende, Saúl Dias…e ninguém se lembrou de POMAR?????
Júlio Pomar!
Margarida acertou no filme, “Saltimbancos”, e Felicidade no artista.
Muitos e muitos Parabéns a ambas.
E um “obrigado” às tentativas de teresa, Anónimo, e" …disse".
Não era nada fácil, convenhamos.
Mas foi uma “maratona” engraçada.
(Publicado no livro "Do Animatógrafo Lusitano ao Cinema Português").
1 de novembro de 2009
E HOJE É DOMINGO
"Confidências"
Mãe!
Vem ouvir a minha cabeça contar histórias ricas que ainda não viajei! Traze tinta encarnada para escrever estas coisas! Tinta cor de sangue, sangue verdadeiro, encarnado!
Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça!
Eu ainda não fiz viagens e a minha cabeça não se lembra senão de viagens! Eu vou viajar. Tenho sede! Eu prometo saber viajar.
Quando voltar é para subir os degraus da tua casa, um por um. Eu vou aprender de cor os degraus da nossa casa. Depois venho sentar-me ao teu lado. Tu a coseres e eu a contar-te as minhas viagens, aquelas que eu viajei, tão parecidas com as que não viajei, escritas ambas com as mesmas palavras.
Mãe! ata as tuas mãos às minhas e dá um nó cego muito apertado! Eu quero ser qualquer coisa da nossa casa. Como a mesa. Eu também quero ter um feitio que sirva exactamente para a nossa casa, como a mesa.
Mãe! passa a tua mão pela minha cabeça!
Quando passas a tua mão na minha cabeça é tudo tão verdade!
José de Almada Negreiros em "Obras Completas"
26 de outubro de 2009
Um olhar sereno
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