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10 de agosto de 2012

A vapor


Assim se apanhava o vapor para o Algarve.
 O Branco e Negro : semanário illustrado, Ano I, n.º 4, 29 Abr. 1899. Hemeroteca Municipal de Lisboa.


21 de julho de 2012

A primeira vez

































A estação de quem chega pela primeira vez à capital...SI, 1968. Estação de Santa Apolónia. Autor? Talvez Cabrita, talvez Gageiro...não está assinalado.

Bicha de automóveis

Corria o mês de Julho de 1968: chegavam os 40 graus! Tudo corre para as praias, ontem como hoje, mas como há obras em Caxias o trânsito regista bichas de 10 KM e um tempo de chegada de duas horas até à Costa do Sol...

18 de julho de 2012

O eléctrico operários

Já tinha ouvido muito falar neste tipo de eléctrico, o operários. Esta indicação significava que comprasse um bilhete de ida tinha direito ao regresso.  Esta fotografia de Nunes Correia ilustra uma reportagem de Cáceres Monteiro sobre o despertar de Lisboa. 1969

17 de novembro de 2011

20 de agosto de 2011

Luxo


< Os novos táxis de Lisboa. Considerados luxuosos, à época. Por José Quintela Soares

17 de junho de 2011

CP

Que estação era esta em 1933? Nos nossos dias tem um pormenor diferente...

15 de junho de 2011

Os putos

E os miúdos corriam como ainda  correm para se pendurarem no eléctrico..

Toca a entrar!

Em 1966 era assim o afluxo de público para os transportes colectivos.

16 de maio de 2011

Estombar Lagoa







Sou do tempo em que andar de comboio era uma aventura. Qualquer pequena estação era um espaço a descobrir. É com pena que redescubro esta estação, triste e esvaziada de funções, perdida em nenhures. Ali já não existe bulício, reencontros, partidas e chegadas. Só as Retretes, para senhoras e homens como antigamente e um pequenino café chamado wagon. Não poderia ser diferente, pergunto eu?


Estação CP Estombar Lagoa

18 de fevereiro de 2011

Eléctricos

Em 1944, onde circulavam estes eléctricos?

A legenda desta foto era: Chegada e saída da Estação da Praia das Maçãs para Sintra dos carros da Companhia Sintra Atlântico (serviço permanente servindo as localidades de Galamares, Colares, Mocifal, Pinhal de Nazarés.

21 de outubro de 2010

O Vir cedo


Ando na semana de chegar cedo ao trabalho. Vario constantemente de parceiros  e cúmplices de utilização dos transportes públicos. Nestes dias tenho estado acompanhada por aqueles que ainda não dormiram tudo o que deveriam ter dormido. O que também é, aliás,o meu caso. Mas há os militantes do sono: encostados, esparramados, de boca aberta, agarrados a pastas, mochilas e outros adereços, maioritariamente homens. Alguns penso até se não andam em looping de linha, passando várias vezes pela casa da partida sem nunca lá chegar. Saio e eles lá ficam, entregues ao sono, perdidamente. Com o que sonharão? Não faço ideia. Dou corda aos ténis e saio na Praça de Espanha. E hoje já é quinta feira.


Foto de Richard Kalvar, Agência Magnum, 1971

10 de outubro de 2010

Duas Amigas e o Namorado



Voltei a andar de Metro ao fim de muitos anos!
Chovia muito! Fartei-me do pára arranca do carro das 18:00h, em Lisboa. Estacionei (com muita sorte, na Columbano), e entrei na primeira estação que encontrei: Palhavã ou, como agora se designa, Praça de Espanha.
Estranhei a aquisição de bilhetes, as carruagens, a designação das linhas e os seus destinos: Santa Apolónia; Cais do Sodré; Telheiras; Amadora; e outras.
Penso que dei muito nas vistas como um não habitué e, assim, foi-me tolerado os olhares mais analíticos aos outros passageiros. É muito comum sentar-me e olhar as pessoas que estão ou passam, tentando criar, através das suas características particulares, perfis de vivências para elas.
Sentei-me no primeiro banco livre e fiquei rodeado por um trio de jovens na casa dos vinte anos, talvez universitários, um rapaz e duas raparigas. O rapaz e uma das raparigas de frente para mim e a outra rapariga ao meu lado, à qual mal conseguia ver-lhe os olhos.
Trocavam entre si conversa normal, mas o curioso é que ambas as raparigas expressavam interesse pelo rapaz. As suas expressões, o seu olhar, o tom de voz, indicavam claramente que, sem disputarem entre si, pretendiam que o rapaz se apercebesse dos seus interesses por ele. O rapaz, contudo, expressava na sua expressão, olhar e gestos algum incómodo pela dupla chamada de atenção sobre si.
Uma das raparigas, a sentada à minha frente, acariciava a mão do namorado, olhando-o nos olhos, sempre que a amiga tentava conversar com ele. Este baixava os olhos, talvez para não denunciar alguma escolha tida nesse momento.
Olhei para a rapariga sentada ao meu lado e apercebi-me que, da sua expressão facial, vocal e postural, brotava o desejo de receber o carinho do namorado da sua amiga.
- Queres que te levemos a casa? Perguntou a rapariga sentada à minha frente
- Não, obrigado. Tenho de o conseguir sozinha.
- Vê lá, não nos custa nada! Insistiu a amiga, acentuando a dicção no ‘nos’.
- Não vos quero atrapalhar. Respondeu a rapariga mudando por completo o tom de voz, de inquieta para resignada.
Percorri, discretamente, com o olhar a rapariga sentada ao meu lado e conclui. É bem mais bonita que a amiga! Mas, igualmente, pude constatar que as mãos desta seguravam, dobrada, uma bengala para cegos.

Fotografia de Estúdios de Horácio Novais, sem data, Galeria de Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian.

7 de outubro de 2010

As carreiras de eléctricos e de autocarros




Duma pequena agenda pessoal e incluída nas  indicações de utilidade, eis as carreiras de eléctricos e de autocarros de Lisboa em 1954.
Clicai na imagem e ampliai.