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19 de abril de 2012
A carne da Orquidea
Uma bela capa de Roberto Araújo para a colecção Escaravelho de Ouro: " A carne da Orquidea" de James Hadley Chase, 1954
1 de junho de 2011
18 de março de 2011
7 de fevereiro de 2011
12 de novembro de 2010
Vampiro Magazine
Mais uma capa, esta do Vampiro Magazine de Março de 1950, capa de Cândido da Costa Pinto.Era uma época em que os grandes pintores e ilustradores o faziam, mesmo para um simples magazine policial. E viva o surrealismo!
15 de setembro de 2010
Agatha Christie: quando uma escritora se torna personagem
(imagens: tvguide.com)
Ao iniciar o computador, não podemos deixar de notar ser hoje o 120º aniversário do nascimento de Agatha Christie. Estabelecendo associações, chegam à memória os tempos em que se ouvia, nas aulas de Literatura, a referência ao facto de ser o romance policial um género (discutivelmente) rotulado de menor… Os parêntesis encontram explicação sempre que pensamos nos filmes de Hitchcok , bem como no indissociável Roald Dahl com os seus Contos do Imprevisto.
O entusiasmo pela leitura dos policiais continua vivo, embora muitas das vezes se consiga – após muitos anos da sua leitura – antecipar o autor dos crimes em cada enredo narrado. Acrescente-se ainda existirem determinados textos de ficção que, em épocas de maior cansaço, se convertem em agradável passatempo.
Para evocar de modo diverso a autora de policiais, ocorreu-me subitamente um filme pouco divulgado e referente ao seu misterioso desaparecimento por dez dias, corria o ano de 1926. Refiro-me à longa-metragem Agatha (em português O mistério de Agatha) na qual o papel da escritora cabe à fantástica Vanessa Redgrave, contando o elenco com o não menos famoso Dustin Hoffman. Quanto à atracção exercida por alguns filmes, deve-se a mesma a factores múltiplos. No caso presente terá sido a irrepreensível recriação da época patente nos cenários e no guarda-roupa e, principalmente, o facto de a escritora ter sido convertida em personagem.
Um interessante blog dedicado à escritora
O trailer de Agatha
10 de setembro de 2010
Mistério
Lá em casa apareciam mensalmente, pela mão do meu pai que adorava contos. Estes eram policiais e a adaptação brasileira do Ellery´s Queen Magazine. Li-os desde miúda e em adulta fui comprando em alfarrabista e coleccionando. As capas são completamente anos 50 e muito explicitas.. Daí talvez este meu gosto pela Pulp Fiction.
8 de setembro de 2010
A Janela Alta
1 de setembro de 2010
A murder is announced
18 de agosto de 2010
Vampiro Magazine
17 de agosto de 2010
Before the fact
5 de agosto de 2010
Vampiro
Vieram depressa...Mas não suficientemente depressa.
Ingénua Perigosa, Raymond Chandler.
Capa de Lima de Freitas
8 de julho de 2010
Xis
7 de julho de 2010
Home
Espelho quebrado
15 de junho de 2010
11 de junho de 2010
29 de maio de 2010
7 de julho de 2009
COISAS DO SÓTÃO
Pegou-lhe e receou, a todo o momento, que se desfizesse.
A Colecção Vampiro, terá sido, da biblioteca do pai, das primeiras coisas que memorizou, pois os livros estavam todos numa só estante, silenciosamente alinhados. Gosta das saudades que tem do pai, gosta de o lembrar, sentado num “maple” a ler, o cheiro dos cigarros “Unic”, tabaco negro, sem filtro.
Esta capa corresponde ao nº 1 da “Colecção Vampiro” e, necessariamente, teria de ser de Agatha Christie: “Poirot Desvenda o Passado” , o título em inglês. é“Five Little Pigs” e está dedicado a Stephen Glanville, um velho amigo de Agatha. A tradução é de Edison Ferreira Santos e a capa de Cândido Costa Pinto, a primeira de dezenas e dezenas de maravilhosas capas que este surrealista fez para a colecção.
Está referido que o livro foi composto nas Oficinas Gráficas de “Livros do Brasil Lda”, na rua da Rosa, em Lisboa, mas sem indicação da data de impressão. Contudo, pela listagem de todas sa obras publicadas na Colecção, que a editora fez inserir no seu nº 500, fica-se a saber que foi Abril de 1947.
Este nº 500 da “Colecção Vampiro”, “Quem Matou o Almirante, obra conjunta de Agatha Christie, Dorothy L. Sayers, G.K. Chesterton e outros, saiu em Março de 1989.
Comprou-o por mera curiosidade, pois já há muito deixara de os comprar, concretamente quando as capas passaram a ser uniformes, deixaram de ter arte.
“Ficou sentada, imóvel, até que a porte se fechou. Depois disse: - O senhor é muito inteligente, não é?
Poirot não respondeu.”
26 de junho de 2009
O estranho caso
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