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29 de junho de 2011

Picota

Comida familiar, boa e barata. Serviço muito atento. Assim nos aconselharam os vendedores de velharias da feira e cumpriu as expectativas.Na foto: arroz de pato e vitela à Lafões.

Snack Bar Picota,Rua Dr António Christo, Aveiro

6 de junho de 2010

27 de novembro de 2009

para que fique registado...

nos estivemos la... comprova a fotografia mas so para os que sabem o que veio para a mesa. comida deliciosa, conversa boa, ambiente simpatico e algumas descobertas. é bom ficar a conhecer o rosto das pessoas por detras das fotografias e dos textos... e de repente, tudo parece tão familiar como quando abro o "dias que voam" e consigo adivinhar os autores dos posts antes de saber quem os escreveu...

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21 de novembro de 2009

Um restaurante

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Cheio de adereços vinícolas...Será fácil de adivinhar.

Acertou o Carlo: Museu do Lagar em Loulé, restaurante indispensável.

8 de novembro de 2009

Com a qualidade dos primeiros tempos

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Há sítios que, com o passar dos tempos, se orgulham de manter a qualidade dos primórdios. É o caso deste restaurante. Surpreendeu (a explicação estará na crise?) o facto de se encontrar pouco povoado, caso impensável há alguns anos em jantares de fim-de-semana quando a reserva era obrigatória. Vou deixar algumas pistas, descrevendo os manjares provados: branco e lascado cação frito, envolto em estaladiço polme, isento de óleo de frituras, acompanhado de deliciosas batatinhas aos cubos e molho de pimentão; secretos com umas irrepreensíveis migas de espargos, tudo isto acompanhado de um tinto de Pias em jarrinho de barro (dado os tais vinhos de marca continuarem a provocar danos gástricos)... o bolo rançoso também era tentador, bem como a qualidade do café em parceria. Reconhecem tão maravilhoso local?

... e é mesmo o Alqueva na Amadora, Teresa:)

29 de outubro de 2009

Uma festa de cor e de sabor

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O restaurante do Sr. Augusto é assim como que uma espécie de pausa escolar onde se almoça entre amigos. O espaço é característico, com alguns troféus do FCP (não percebi por que motivo não pertence ao clube da sua cidade nortenha, que é outro e nem tem andado mal, mas não lhe irei perguntar para não despoletar algum discurso inflamado…).
Aquando da proibição de fumar a seguir ao cafezinho, a alternativa encontrada foi a de construir uma varanda envidraçada com duas mesas e algumas cadeiras. As abóboras nesta esplanda de improviso, pendem do tecto. Inicialmente sem cor surpreenderam, há dias, pelos motivos coloridos inventados por este homem da restauração que um dia ainda será responsável por uma nacional festa de cores a concorrer com o Halloween, o que não surpreende dado , há dois anos, ter recuperado cá pela terra uma tradição não celebrada há 3 décadas designada por «Festa do Espírito Santo».
As abóboras vêm da sua lavra, bem como uvas e figos que tantas vezes nos oferece generosamente no final do almoço. Sempre que a escolha é cozido à portuguesa revela infinita paciência e um atendimento personalizado, pois uns pedem doses extra de couve e cenoura, outros este ou aquele enchido especial e sempre responde às preferências de cada um com um sorriso.
Para além da publicidade ao seu clube, gosta de colocar nas paredes as fotografias das figuras públicas que passaram pelo restaurante, em pose ao lado da sua família. Passa ainda o tempo a discutir jogadas com a minha amiga Fátima que, tendo um ar muito moderado, suspeito nela a existência de uma dupla personalidade. É que já nos confidenciou mudar completamente em frente ao ecrã quando está a ver o seu FCP (isto quando não arrasta a família toda até ao Porto para assistir aos jogos 'in loco'). E, para concluir, muitos se riem por não perceberem estes diálogos entre o empresário de restauração e a professora : é que quem não delira com estas coisas da bola – e aqui incluo-me - não consegue entender a utilização da primeira pessoa do plural nos diálogos frequentes, do tipo: «marcámos um grande golo aos 20 minutos» ou «o árbitro não nos tratou bem»…

16 de julho de 2009

SÍTIOS POR ONDE ELE ANDOU

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Estava a bater a uma da tarde, que bela uma da tarde, quando entrou no “Juiz de Fajão”. E, de imediato, se viu envolvido numa fascinante música ambiente: a agradável atmosfera de encontrar a sala quase cheia com trabalhadores do Parque Aeólico - os seus fatos, os seus risos, as suas conversas, os seus silêncios. Esperaria tudo menos aquilo, e se há cenário que o deixa confortado, à vontade e com gosto, é sentir-se rodeado por gente de trabalho.
Ainda não se sentara à mesa e o “Juiz de Fajão já estava a marcar pontos.
Nem sabe se Fajão tem outras ofertas de restauração, pois alinha no velho principio de que em equipa que ganha não se mexe, o que quer dizer que não troca o que conhece, e lhe sabe bem, por incertezas Muitos o criticam pela teimosia… mas já está velho para mudar…
De há dez anos lembrava-se de um estupendo bacalhau e do cabrito assado. O compadre dizia que poderíamos alinhar por aí, mas já a bicar umas azeitonas, o estalajadeiro chega e diz que havia um feijoada de chocos que estava, a apurar, em sereno descanso.
Já cá devia estar, pensou-se, e quando a travessa chega à mesa, por suposto, se entendeu que houvera engano pois mais parecia cosido à portuguesa. Não, Era mesmo a feijoada de chocos. Podem ter uma leve ideia, levezinha mesmo, pela imagem que se junta. Carnes de primeira apanha, uma farinheira de velhos tempos, uma muito apaladada morcela de arroz, feijões no ponto, chocos tenrinhos. De se lhe tirar o chapéu, o quer que seja, e mais não diz, porque não sabe.
A tarde, como diria o Eça, estava de ananases e apetecia um tintinho fresco que raras casas, muito raras mesmo, têm, não sei quê o vinho tinto não se bebe fresco, blá, blá, blá. Eis senão quando o estalajadeiro traz para a mesa canecas de zinco geladas, nelas despejou o jarro de vinho, que, num ápice, ficou na temperatura que iria obrigar a pedir bis. Mandrake não teria conseguido melhor passe de mágica.


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Bebido o café, um bagacinho caseiro, saiu para para o calor da tarde e ficar às voltas com um charuteco. O “Juiz de Fajão” não tem esplanada mas fora, no lado esquerdo de quem sai, estava um daqueles bancos antigos em madeira, que a avó tinha na cozinha e que alguém ali pusera ou esquecera. Olhou em redor, não viu ninguém e sentou-se e esplendidamente a ouvir o silêncio, de tão profundo que era, que dava para ouvir o fumo azulado a sair do honesto “Fonseca”.
Digam-lhe, agora, que a felicidade não é possíve!.
Foi a olhar o fumo que topou à sua esquerda, numa porta envidraçada, o cartaz que anunciava, para o próximo fim de semana, as festas em honra de Nossa Senhora da Guia e S. Salvador.
Ficou para morrer porque, nesse fim de semana tem, no Baixo Alentejo, o baptizado de um sobrinho neto a que, de modo algum, quer faltar.
Decididamente, nos últimos tempos, os deuses viraram-lhe as costas: já foi a Judy Collins, a Susanne Vega, agora as festas de Fajão.
E de repente o charuteco começou a saber-lhe a papel velho de jornal inglês, a felicidade quase a ir embora.
Claro que há-de voltar a Fajão, mas não para uma visita ao voo do pássaro, como esta que agora fez - uma visita demorada, mesmo valsa lenta, com todos os fff e rrr.
Mas não se despede da prosa sem que peça, a uma qualquer moçoila desconhecida, que no baile da Festa de Fajão, guarde a última dança para ele.

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27 de abril de 2009

12 de abril de 2009

Um almoço de páscoa com caça ao tesouro

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Um almoço de domingo de Páscoa no restaurante de um amigo dos tempos de juventude e também colega. Como fui a primeira a chegar, não fossem pensar que tinha havido desistência, pedi para tirar umas fotografias de divulgação, embora acredite que muitos dos visitantes do "Dias" tenham aproveitado a data de hoje para um almoço à altura ... o Zé e a Mimi, os proprietários, riram, pois sabem que eu não preciso de estar com essas coisas, afinal trata-se de uma amizade de longa data, mas fica sempre bem uma satisfação, em vez de chegar e começar logo a fotografar sem cerimónia. Também me parece que não necessitam de publicidade para o local, habitualmente bastante concorrido. Sabem onde se situa?
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Depois de ter escolhido os pratos mais fotogénicos, não pude deixar de sorrir: vi-me na "pele" daquela personagem do filme Forrest Gump, que passa o tempo a falar em camarões e nas cento e tal maneiras de os cozinhar. Neste caso os pratos são "camarão na muganga" e "forró de camarão" com o indispensável arroz de caju, as carnes grelhadas não ficariam tão bem na imagem, embora sejam sempre de qualidade e tivessem sido acompanhadas, à altura, por um excelente néctar de Pias. A sobremesa de eleição é um bolo de mousse de chocolate, especialidade argentina, mas não sou de fazer provocações com aquilo que é o momento nobre de uma refeição, portanto resolvi deixar passar o registo.
E como o dia de festa se destina principalmente aos mais pequenos, a parte mais aguardada consistiu na caça ao tesouro cá pelo jardim, com os sobrinhos A. e S. na "demanda" dos ovos pintados.
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E acertou o Z ao ter feito referência ao antigo restaurante de rodízio: a localização é na Várzea de Sintra.

9 de outubro de 2008

O magnifico...

de vez em quando dá-me para a saudade e ora percorro os blogs em busca de posts escritos há algum tempo ora em busca de sentimentos de férias… e entre o mercado de bem-fica e as fotografias de verão encontrei estas imagens apetitosas do magnífico escondidinho... num almoço dias que voam…

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13 de setembro de 2008

Como se desfeia o que é bonito




Ou a pouco adequada colocação de sinalética e finalmente uma adivinha. Que restaurante é?


Restaurante Martinho da Arcada

21 de agosto de 2008

Vivam as tascas!



Vivam os pratos do dia, a toalha de mesa ou a lousa a anunciá-los, o empregado não servil mas despachado, a comida a saber bem e o jarro de vinho. Tudo de papel e nada de pano!
Estou politicamente incorrecta hoje:)

12 de agosto de 2008

O Salão de Chá Luso-Japonês

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A percorrer a rua dos Bacalhoeiros descobri este salão de chá luso-japonês onde se vende o pão de ló Castella de Paulo. E penso que será restaurante também! Reabre a 16 de Agosto, boa altura para ir espreitar.


26 de julho de 2008

O vegetariano da Francisco Sanches.



Fica quase na esquina, mesmo no cruzamento com a Cavaleiro de Oliveira.Um restaurante vegetariano e biológico. É um espaço discreto e acolhedor, meticulosamente limpo, com serviço expedito e simpático. Que mais se pode desejar? Ah a comida. Fantástica e saborosa, com preços muito razoáveis e ajustável em dose e mix. O meu seitan estava uma delícia. Nada a ver com o modelo de comida vegetariana sensaborona. E os gulosos vão adorar.
Aberto todos os dias, excepto ao Domingo. É aconselhável uma visita. Eu disse aconselhável? Corrijo: Obrigatória!



Notas: Bio Rua Francisco Sanches, 39 (próximo da Praça do Chile), 1170-141 Lisboa Tel: 218122848 Aberto: Seg-Sex 12.00-15.00 ; Seg- Sáb 19.00-23.00

14 de julho de 2008

3 pitos

há algum tempo que esta casa tropeça em mim.
e reconheço que, quase invariavelmente, de cada vez que isso acontece, a minha cabeça poe-se a pensar coisas estranhas.
há nomes de estabelecimentos que são flagrantes erros de casting. o oscar, so far, vai para um infantário na damaia que tinha o auspicioso nome de... 'ninho das pegas'.

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mas reconheço que sempre tenho a tentação de entrar nesta casa e perguntar se os pitos são para comer na sala, se têm levar para casa. ou se têm uns reservados para os comer descansado.
e se os há maiores ou mais pequenos.
se é aconselhavel comer com os dressing mais comuns, e que me coibo de falar aqui, ou é aconselhavel que quando vêm já com dressing não os comer e deixar para outro dia.

- boa tarde!, queria dois pitos para levar.
- aqui estão. quentinhos, prontos a comer

6 de julho de 2008

Guia de restaurantes em Sines

Tão pormenorizado e excelente roteiro, há que realçar!

"Bom dia,
O caramujo (ou burriés) conhecidos por caracóis do mar, desde alguns anos que desapareceram do circuito comercial, nem sei se é possível comercializá-los.Existiam outras espécies, nomeadamente em São Torpes, como lapas, que durante anos desapereceram, devido à poluição e à rapina humana, mas que incrivelmente estão a regressar.
Em relação a restaurantes, Sines não têm sabido divulgar a sua restauração (não digo gastronomia, porque muitos dos pratos não são originários daqui), existirão poucas terras com tantos bons restaurantes.
Sem qualquer critério, a não ser o da qualidade, deixo algumas sugestões:-
Restaurante Estrela do Norte - sem entrar em sines, seguido a marginal rumo à praia Vasco da Gama, a melhor feijoada de búzio que existe, num restaurante voltado para a praia do Norte, em que o olhar se perde até à Serra da Arrábida em dias de céu limpo. Só vale a pena a feijoada, mas esta justifica um deslocação propositada;
- A Lota - ainda antes da praia e sobre a ribeira, resraurante caro, com serviço cuidado, muito bons vinhos e cataplanas;- subindo para a cidade:restinguinha - para muitos o melhor peixe grelhado da zona, vista soberba sobre a baía. peixe variado, sempre escalado, assim a dimensão do "animal" o permita;restaurante o castelo - junto do castelo, bom peixe e carne grelhada, com um toque diferente, abusam em molhos com base no alho;
Zé Beicinho - restaurante mais caseiro, bom peixe grelhado, boa relação qualidade/preço;
saindo de Sines em direcção a Porto Covo, na praia de São Torpes - os restaurantes Luís e Bom Petisco partilham com a Restinguinha restinguinha, o "título" do melhor peixe grelhado;
Ainda em São Torpes: os conhecidos e afamados Trinca Espinhas, Arte & Sal e Gost'i praia, mais caros e igualmente muito bons.
Em São Torpes é impossível encontrar um mau restaurante, qualquer deles seria um restaurante de renome, em qualquer lugar.Por estas bandas para além do peixe grelhado procurem as cataplanas de peixe mas principalmente o arroz de tamboril.
O melhor em minha opinião é numa tasca no cruzamento para São Torpes, tem tanto de bom como o estabelecimento de mau aspecto, e acreditem que é necessário alguma coragem para lá entrar.Bom apetite
António Braz do blog Estação de Sines

22 de junho de 2008

O Restaurante Floresta do Ginjal

Graças ao Manuel:



Li num blog que virou local de danças de salão! Podia ter pior fim! Até que é adequado!
Fotografia de Manuel Vilhena

1 de junho de 2008

Comida sem trabalho: Entrega ao domicílio ou Take Away


A minha sobrinha J, que sabe sempre tudo o que há a saber de novidades, apresentou-me à revista Time Out. Vale muito a pena. Sai às quartas e custa dois euros. É irreverente, divertida e muito bem construída, com humor e inteligência. Eu leio-a toda e entusiasmadamente.
Tentei comprá-la sexta-feira: estava esgotada em 5 pontos de vendas. Comprei-a no sexto.
Encontrei uma fantástica página, destinada a afixar no frigorífico, com a lista da comida entregue a domicílio e take away em Lisboa. Para momentos de preguiça, aconchego e carícia ao ego, id e alter-ego.
Como sou muito ciosa das minhas revistas digitalizei para todos terem. Mas preferencialmente, comprem a revista. Não se vão arrepender. E tem adivinhas!!! Com prémios!
Tudo o que há para fazer em Lisboa, dizem eles. E muito acertadamente.

Clicar na imagem para ampliar, imprimir, recortar e afixar.