Cinco filmes favoritos, pediu o RAA do Abencerragem. Não vou justificar muito, não sou crítica da área. Só sei do que gosto de gostar e quais são as imagens que ainda vivem comigo. Só cinco é pouco porém. 1- O Sacríficio de Andrei Tarkovsky. 2 -Ivan o Terrível de Eisenstein. 3- Une femme douce de Bresson. 4- Touch of Evil de Welles. Aliás porquê enganar-me? Tudo o que ele realizou. 5- L'avventura de Antonioni e E la nave va de Fellini
Trabalho de casa para: Luar, Júlia, Réprobo, Hugo(9-9), e Terp.
14 de dezembro de 2007
Eu =Gato, o senhor =Peixe ou Perú. O seu destino é ser deglutido. Vou convidar a Júlia e a Luar para o efeito:)
Não estou a chamar nada a quem ainda fuma! Eu não sou dessas fundamentalistas islâmicas. Mas que esta marca tem um rico nome, lá isso tem.
Lisboa (...) conserva, porém nos meios populares que mergulham as raízes no mar, alguns tipos originais, que se recortam da trivialidade. De entre eles, destaca-se o da varina, mulheres naturais, ou de ascendência próxima, de Ovar, Aveiro e Estarreja, que evoluiram gradualmente no sentido lisboeta, sem perderem contudo o seu tipo. O traje é gárrulo, o pisar ondulante, rítmico até à sugestão artística, o busto é airoso, de ancas finas e peito túrgido, a cabeça é patrícia, sob um lenço polícromo que só cobre a nuca e cai em ponta sobre a espádua elegante. Na sua maioria a varina é bonita, de pele branca que o sol não chega a crestar e de olhos vivos e maliciosos: a ascendência remota dizem os sábios que é fenícia, tal a proa de certos barcos das costas norte de Portugal. A varina percorre a cidade vendendo peixe, mas muito mais se topa, na pureza primitiva do tipo, nos mercados da Ribeira Nova e da Praça da Figueira, à margem do rio nas lotas e na descarga do peixe. Sedução para os artistas, a varina é um precioso mistério para os sábios, uma realidade viva para os desencantadores das cidades antigas. O seu bairro é a Madragoa.
Fotografias: Joshua Benoliel 1912 e Fernando Martinez Posal 1948 e Agnes Varda 1953
Texto de Norberto de Araújo em Lisboa, Edições SPN, Lisboa
Acho que acabaram de me chamar soda caústica, lá por ser poveira! Não acho isto nada bem, caro senhor! Ainda por cima sou associada a drogarias generalizadas! Talvez o processe!
Anos 70 provavelmente. Tabuletas feias e desengraçadas. Mas num meio de armazém repleto de tralha é surpreendente encontrá-las assim alinhadas e sozinhas.
Tanto sol dos Estoris pode fazer mal. Faz favor de se enfiarnuma redoma e encher-se de produtos! Afinal um distinto homem de gravata azul, tem que se defender das intempéries.