MILLÔR Fernandes, jornalista, dramaturgo, outras coisas mais, disse ao “Diário de Notícias”: “O acordo ortográfico é uma merda. A Academia é uma excrescência de velhos tempos.”
Polemista inveterado viu, em 1959, um seu programa de TV ser extinto, a pedido do Presidente da República, Juscelino Kubitschek, após o seguinte comentário sobre a primeira dama: "Dona Sarah Kubitschek chegou ontem ao Brasil depois de 5 meses de viagem à Europa e foi condecorada com a Ordem do Mérito do Trabalho."
Durante alguns anos o seu “Pif-Paf” publicou-se, semanalmente, no extinto “Diário Popular”.
NA CONDIÇÃO de cidadã atenta e preocupada" com o seu país, a mandatária do PS para a juventude, a apresentadora de televisão Carolina Patrocínio, participou na rentrée do partido e centrou o seu discurso no elogio de duas notícias que atribuiu às medidas do actual Governo: o "fim da recessão técnica" e a "redução do insucesso escolar".
Segundo o “Público” a apresentadora foi aconselhada a não dar entrevistas, depois de declarações a uma televisão em que dizia que é a sua empregada que lhe tira os caroços das cerejas e que prefere fazer batota a perder.
MANUELA Ferreira Leite aposta em pequenas sessões para esclarecer os portugueses. Não fará comícios e está mais preocupada com os custos da campanha do que com a gripe A. A participação dos barões do partido não lhe tira o sono: «Em funerais, missas de sétimo dia e acções de campanha vai quem quer», disse.
MARIA de Lurdes Rodrigues, ministra da Educação, disse numa entrevista que a oposição erra ao tentar comprar a paz com os professores e avisa: "Estão a comprar a paz com os professores por um preço que o país não pode pagar".
Numa entrevista ao Canal 1 da RTP, José Sócrates prometeu ser mais delicado com os professores.
Edmundo Pedro, histórico militante do Partido Socialista, disse ao jornal “i” que o maior erro de Sócrates foi não ter afastado a ministra da Educação:
“Sócrates convenceu-se de que poderia, impunemente, humilhar os professores. Como irá perceber no dia 27 de Setembro, enganou-se. Há 4 anos, quando a ministra da educação começava a maltratar os professores, eu avisei-a, como os colegas que estavam na reunião, certamente, se lembrarão. Não quis saber: persistiu e agravou a ofensa. Irá ter, nas urnas, a recompensa que merece. Ela, Sócrates e o PS. A estupidez e a arrogância, em democracia, nunca vencem."
DE UMA crónica de Alice Vieira no “Jornal de Notícias”:
“Porque amigo é assim mesmo: conhece-nos por dentro, adivinha aquilo de que necessitamos, sabe o que nos alegra, entende os nossos silêncios, tem a capacidade de nos surpreender dando-nos aquilo de que estamos mesmo a precisar-- mas sem termos de o pedir. Porque se o pedimos…qualquer estafeta serve.”