31 de janeiro de 2012

Ecos a perdurar no tempo



Vestígios de outras épocas, que contribuem para que não nos tornemos – como um dia alguém afirmou – «um país de amnésicos povoado de cimento».
Ficam persistentes marcas (marcos) a provar ser o conceito de tempo captado pela máquina de bolso, difícil de interiorizar neste início de século. Conseguirão identificar a igreja?
E como afirma alguém próximo «arranjas temas musicais para associar a tudo», de olhos fixos neste templo, a música começou, em simultâneo, a povoar o pensamento.

4 comentários:

Luísa disse...

uma mão de tinta e era considerada outra igreja... (não tenho ideias para a sua localiyação!).

Quanto à música, sou do seu clube! Um momento e/ou uma pessoa... uma música. Esta eu não conhecia, quando tiver um tempinho vou analisar melhor. :)

teresa disse...

Pois deixo uma pista: em tempos (não há muito) deixei outro monumento nesta mesma terra e penso que a Luísa o conseguiu identificar:)

joão josé cardoso disse...

Misericórdia de Montemor-o-Velho.

teresa disse...

E está certo:)