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27 de dezembro de 2019
23 de abril de 2016
24 de dezembro de 2011
Festas Boas
Festas boas são estar com quem amamos, com alegria e humor no doce aconchego das emoções. Deixemos de fora a crise e as preocupações, pois ninguém nos pode sonegar o direito à felicidade. Um grande abraço a todos. E deixo-vos com os gatos foliões de Wain que tão bem retratam os humanos.
20 de dezembro de 2011
Outros Natais

Vendo postais da época vitoriana, houve um que reavivou o universo dos contos infantis. Fez lembrar ainda que, atualmente, ao desejar apresentar exemplos a fim de partir para outros voos literários em contexto de ensino, verifico serem estes relatos de infância (até os mais vulgares) desconhecidos de muitos jovens (os exemplos escolhidos para as finalidades em mente acabam, muitas vezes, por ser “roubados” aos filmes em cartaz). Nunca imaginei que em idades ditas «do armário» pudesse olhar pequenas plateias ávidas por histórias não lidas na infância. Serão múltiplos os fatores explicativos a dar que pensar, desejando acreditar que o impulso dado às bibliotecas escolares (caso não sofra retrocessos) poderá trazer frutos a fugir ao determinismo da desigualdade. A presente imagem, um antigo postal da quadra, remeteu-me de imediato para um conto tantas vezes lido mal comecei a juntar letras , certamente conseguirão restabelecer o elo: a narrativa acabava de modo invulgar, fugindo às tradicionais fórmulas de encerramento, o que talvez contribuísse para despertar a atenção de pequena leitora ávida. Quando descobri ter o autor do conto passado por Sintra, deixando em registo que «por cá se sentiu como no seu país» pareceu-me ter-lhe encontrado mais um motivo de empatia.
Fonte da imagem: thedoodleplace
25 de outubro de 2011
O mundo perfeito dos postais ilustrados

A ingenuidade de um postal de 1940 faz sorrir quando nos lembramos das traquinices da infância a situarem-se nos antípodas de meninos exemplares, irrepreensivelmente trajados. Na minha rua, quase sem trânsito, crescemos a fazer bolos de lama, a subir às árvores e a andar de carrinho de rolamentos, já que a vizinhança infantil era quase toda masculina. Havia que aderir às propostas de jogos e passatempos a fim de não se ficar a um canto, vendo os outros a divertirem-se. Brincávamos ainda às batalhas medievais: o Luís e o Manuel tinham uma corneta que diziam convictamente ter pertencido ao nosso primeiro rei. Tratava-se de uma imitação fantasiosa dessas da Idade Média que, nos filmes, dão início ao princípio das contendas, embora o som fosse o de uma cana rachada... Felizmente, nunca houve feridos graves.
Postal: prof2000
1 de outubro de 2011
26 de julho de 2011
31 de dezembro de 2010
2011
Está a fazer um bocadinho de sol. Talvez seja ele que me está a empurrar, a fazer desejar tudo de bom para os nossos amigos e leitores, que nos sobejem forças para enfrentar um ano que se afigura perigoso e cheio de escuridão. Um abraço amigo, a todos os que diariamente nos seguem,aos silenciosos leitores e aos que generosamente colaboram neste projecto. Apesar de tudo, boas festas.
16 de novembro de 2010
20 de abril de 2010
Há mais de 100 anos...
28 de março de 2010
28 de fevereiro de 2010
Uma cidade

Enviado pela Amélia C, outro postal, desta vez para ser adivinhado.
Acertou a Maricuca é a maravilhosa cidade do Rio de Janeiro.
7 de fevereiro de 2010
6 de fevereiro de 2010
Adivinhar antes de almoçar
28 de janeiro de 2010
O estranho caso do Antoninho
20 de janeiro de 2010
Le seigneur nous a dit" Croissez et multipliez"
1 de janeiro de 2010
28 de dezembro de 2009
Querida Amélia

Assim a Mademoiselle Amélia Formigal destroçava o coração da sua amiga, que muito se aborrecia num hotel na Alemanha.. A vida é dura.
6 de dezembro de 2009
Fazer a árvore de Natal
Outro postal comprado no mercado de Santa Clara. Uma família de início de século a fazer a árvore de Natal. Lindo não é?
Un Angelo
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