3 de fevereiro de 2016

Casado

Contava assim a história de um homem casado, O ABC a Rir de 1921, pela mão de Almada Negreiros.

20 de janeiro de 2016

14 de janeiro de 2016

Alegria

Três alegres senhoras do teatro português deslizavam pela avenida nos anos 30. Quem as reconhece?

4 de janeiro de 2016

Este passatempo de 1913, parece-me bem escolhido:) Sempre gostei da animação de desenhos. e viva o Almanaque Bertrand.

3 de janeiro de 2016

Lisboa

Lisboa sobre todos os aspectos. Um Pinterest que nos está a dar muito gozo a construir.
Veja Aqui

Laura Alves

Volta meia encontro uma Eva. Uma belíssima capa com Laura Alves. Corria o ano de 1951.

1 de janeiro de 2016

Atrevimento

Continuando a ler os sempre actuais almanaques Bertrand e analisando o conceito de atrevimento..

31 de dezembro de 2015

Um venturoso 2016 a todos

Festivas saudações e votos de um ano novo cheio de venturas e prosperidade. Sempre gostei da palavra ventura tenho a dizer. Sem redobrada certeza, claro.

Como Evitar Piropos

Muito modernos estes antigos, uma verdadeira prática anti-piropo. Era assim há 100 anos.

30 de dezembro de 2015

Restaurante Palmeira

É dos itens da lista do "Nunca Mais" que carrego para 2016. Era um restaurante, simples, genuíno e acolhedor. Da frequência, já se contava em 1961, que era boa e o serviço de cozinha esmerado. Faz muita falta o Restaurante Palmeira.

26 de dezembro de 2015

25 de dezembro de 2015

João e...

Quando escrevemos que não estamos zangadas, mas sim sentidas....que bastante nos admiramos e que não estamos para brincadeiras...é melhor o João preparar-se ou portar-se melhor, quem sabe.

11 de dezembro de 2015

Memória de Lisboa


Hoje regressei a uma das minhas casas de diversas memórias (quase todas boas de evocar): a Faculdade de Letras.

Antes da saída do edifício e numa expectativa difícil de reprimir, desci à cave, para confirmar se a excelente livraria, com títulos que só lá se encontram, ainda se mantinha aberta (é que, há cerca de um ano, o livreiro desabafou, com um "brilhozinho nos olhos", que não sabia se teria condições de manter aberta a porta).

 Com uns escassos vinte minutos para descansar, perguntei-lhe se tinha livros de fotografia. “Alguns, mas pouca coisa, pois esta casa é mais ligada à literatura e à linguística”. Confortavelmente sentada num sofá vintage, acabei por ficar rendida a este livro com fotografias e textos de Rómulo de Carvalho (sim, o nosso António Gedeão).

Li na introdução que encontraram, nos seus apontamentos em pastas de arquivo, diversas imagens e apontamentos sobre Lisboa. Deixo-vos aqui um deles, que me fascinou, pois trouxe-me à memória a “senhora Maria da hortaliça” que, em carroça puxada por um burro, e munida de uma balança de pratos, vendia os apelativos produtos na Praça de Londres e ruas do Bairro do Arco Cego.

Fotografia: © Rómulo de Carvalho, Memória de Lisboa, Relógio D’Água: “Venda de hortaliça na Rua Augusta", 1976

8 de dezembro de 2015

Raquel

Gosto destas histórias politicamente incorrectas. Gosto do desenho da Raquel Roque Gameiro. Gosto do Ali Baba assim contado. Gosto, pronto.