5 de janeiro de 2011

Pensamos que estão connosco para sempre

Dia de lágrimas e de tristeza, já a saudade a pairar e não adianta pensar que a vida é mesmo assim. Sabemo-lo, vivemos a experiência dos que nos morrem e o vazio que deixam, mas este desamparo permanece. Permanentemente órfãos. Não vão estar sempre connosco. 

10 comentários:

Luís Maia disse...

Depende do ponto de vista, eu acho que estarão sempre connosco.
Independentemente disso nada invalidada que não exista a saudade pelo afastamento momentâneo

T disse...

Neste momento só me ocorre pedir ao meu irmão que resista e vença esta situação.

teresa disse...

Ficam sempre excelentes memórias, T. O tempo encarrega-se de as preservar... e as desculpas se isto parecer um chavão (a título pessoal, garanto-te que o não é)

Carlos Caria disse...

Nestas ocasiões fico sem palavras, só restam memórias boas que ficam e que guardo comigo eternamente.
Beijinhos
Carlos Caria

Nuno e Paula disse...

Este ano também perdi 2 pessoas: os meus pais. Ainda me estou a habituar e embora o tempo passe e a dor amaine, as recordações ficam para sempre.

MCA disse...

Querida Teresa, não passa, não haja ilusões. Aprende-se a viver como um amputado. E até se pode ser muito feliz, por estranho que pareça, a felicidade vai voltando. Agora, é uma travessia muito solitária e as palavras de ânimo soam estranhas. Mas aquele que partiu merece que continuemos os mesmos que eles conheceram e amaram. É a melhor (única?) homenagem.

AnaMar (pseudónimo) disse...

Nestes momentos ainda as palavras são força. Ainda os votos de energia sustentam o olhar. Apenas podemos ser solidários com as dores que também já sentimos. E o tempo vai ajudando a amenizar. Mas ainda é tempo de vida e de sorrisos. Mesmo que custem a rasgar o olhar.

Daqui para aí, um abraço apertado e um beijo nessas bochechas de menininha.

Joel de Sousa Carvalho disse...

Olá a todos os que vão ler este comentário neste blogue ou noutro muito bom como este. Pois é, estou encantado com todos estes posts bem feitos, quase que desenhados. Pois, eu gostava de fazer igual, mas não consigo. O meu dilema agora é cozinhar… A vida é dura e obrigou-me a morar sozinho, e a cozinha não é de todo o meu local favorito. Mas estou a tentar conhecê-la, mas as aventuras têm sido imensas. Fiz um blog humilde para colocá-las em forma de crónica pouco extensas. Gostava muito que todos vocês o visitassem e se possível o seguissem. É que tentar cozinhar e depois não ser ajudado, é algo muita mau.
Cumprimentos a todos!

http://tenhosalfaltamecolher.blogspot.com/

T disse...

Obrigada pela dica, Joel.

Branca disse...

Tendo andado um pouco arredada por motivo semelhante ao assunto tratado neste post, chego aqui e deparo com a sua tristeza. Quero deixar só um grande abraço, visto que neste momento compreendo tão bem esta dor, e lembrar uma amiga que me disse que esta é uma "saudade adquirida".
Mas estar vivos é isto mesmo, certo, T.?

Grande beijinho.