8 de outubro de 2005

Acordo assarapantada com um riso na rua. É uma criança a brincar.

Reparo que adormeci de luz acesa, livro no nariz e telemóvel junto à almofada. Pensava eu que ia ler e descansar por uns momentos e ferrei até ao dia seguinte. Que belo sono.

E assim se foi uma noite à espera de desgraças na cidade. Sim, porque chamarem para coisas boas, nunca chamam. Temos o grupo de anunciadores de desgraças mais querido do mundo: reportam sempre a situação de emergência, como se nos estivessem a dar um chocolate:)

Tenho uma superstição entre muitas. Nunca lavar o cabelo em dia que tenho serviços.
Se infrinjo a regra estou lixada. A última vez que o fiz(não resisti a arranjar o cabelo porque tinha um jantar mais de cerimónia à noite)tive um incêndio numa churrascaria que me pôs a cheirar como um verdadeiro e falecido frango e me fez o cabelo cinzento e pastoso da água, que escorria das paredes e tecto.

Pois é agora é só esperar os moçoilos do El Corte Ingles...Que no Continente tinham o serviço de entregas ao domicílio congelado até segunda( feira de vinhos sussurrou o atendedor...como se não fosse por isso que eu estivesse a ligar também:)

Sinto humidade no ar. O meu nariz agradece.
Vou fazer café e torradas.

E verdade, Multi, companheira de infortúnio de ontem, bom trabalho hoje com os meninos escoteiros e escuteiros.

Bom fim de semana para todos. Com correntes oleadas ou não.



Sem comentários: