A Clara Pinto Correia faz o mesmo que fazem uma boa parte dos cronistas e editorialistas, mais os Hermans os Abrunhosas e os Davids Fonsecas: faz quase plágios de uma série de coisas ao mesmo tempo, que ao serem misturadas e traduzidas, parecem bem e originais àqueles que não sabem o que se escreve ou o que se interpreta nos jornais, revistas, têvês, teatros, televisões e palcos estrangeiros. Os Monty Phyton ultrapassam e marginalizam qualquer cómico português, a revista mensal do Finantial Times deixa qualquer suplemento do Expresso no papelão (ou no pilhão).
Acho que a maior parte de nós sabe ler inglês, logo traduzir posts de blogs estrangeiros não será muito interessante. Traduzir o nosso blog do português para o inglês de forma a torná-lo mais internacionalizável já seria outra coisa.
Eu por mim o blog que verdadeiramente acompanho é só um: é o diasquevoam e mais nenhum. Prefiro mil vezes um texto pequeno e original do que um link para um outro blog qualquer.
E o silêncio tem valor: ninguém é obrigado a ter sempre alguma coisa a dizer ou vontade para dizer alguma coisa.
(E não há nada pior do que canções que incluem o verso "esta canção" ou crónicas/posts em que se diz qualquer coisa como "estava aqui eu sentado em frente ao ecrã branco do computador/folha de papel em branco e não me vinha nenhuma ideia, etc....).
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