Alguma vez poderíamos passar pelo Natal sem os Contos de Charles Dickens, principalmente o “O Natal do Sr. Srooge”? Obviamente que não!
“Embrenhei-me neste assombrado livrinho para acordar o espírito de uma ideia. Que ele não ponha o leitor de mal comigo, com os outros, com o tempo ou comigo. Que ele invada agradavelmente a sua casa e que ninguém sinta o desejo de o pôr de lado.”
O vosso amigo e servo fiel
Charles Dickens, Dezembro de 1843
Final de “O Natal do Sr. Scrooge”:
“Não voltou a ter contactos com os espíritos, mas viveu, a partir de então, em voto de total de abstinência e dele sempre se disse que sabia como conservar o Natal, se é que alguém possuía essa sabedoria. Que isso possa ser dito de nós! E, como tal dizia o pequeno Tim: que Deus nos abençoe a todos!”
3 comentários:
... para lá da magia de Dickens, apreciei a original imagem dos reis magos (que se confunde com a do Pai Natal):)
O exemplar pertence à colecção de presépios de todo o mundo, da vizinha do andar de cima. É uma interpretação ucraniana do presépio.
Agora compreendo... é que me ofereceram um pequeno pai Natal ucraniano e encontro-lhe semelhanças:)
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