Não vi o jogo - o horário era impossível para mim, das 16 às 18. Posso lhes garantir que o Brasil torceu em peso por Portugal: muita gente comentava o resultado com raiva, do Zidane e dos ditos bleus, outros com tristeza. Disse-me o meu irmão que o árbitro deixou de dar pênaltis para Portugal, e que a França foi melhor no primeiro tempo, mas pareceu, no final do jogo, que mal se agüentava nas pernas.
Em todo caso, o certo é que Portugal mostro muito mais brio que o Brasil. Perderam, mas, como dizem os argentinos, les dieron pelea. Vão agora pelo terceiro lugar com chances. Fizeram muito bem.
Adianto que, como bom neto de oriundi, minha torcida é ampla, geral e irrestrita pela Itália. Os bleus que vão à blerda.
O que em Portugal se chama de camisola, no Brasil se diz camiseta; camisola, aqui, é a roupa de dormir das mulheres (quando dão para dormir vestidas); é o peignoir, o deshabilée. A propósito: minha camiseta da seleção leva o nome de Tosettastro. Rima com poettastro.
Por fim, há um sítio aqui que se chama Memória Viva, e se dedica a tornar acessíveis certos tesouros culturais brasileiros que andam fora de moda. Indicaram-me duas páginas, e as repasso aqui: a da revista O Cruzeiro, e da revista Careta. O Cruzeiro foi o maior semanário que o Brasil já teve; recomendo muito a seção chamada O Pif-Paf, feita pelo Millôr Fernandes. Da Careta, as lindas ilustrações do J. Carlos (só puseram no aro primeiro número; quando vierem mais, verão que belleza).
Em todo caso, o certo é que Portugal mostro muito mais brio que o Brasil. Perderam, mas, como dizem os argentinos, les dieron pelea. Vão agora pelo terceiro lugar com chances. Fizeram muito bem.
Adianto que, como bom neto de oriundi, minha torcida é ampla, geral e irrestrita pela Itália. Os bleus que vão à blerda.
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O que em Portugal se chama de camisola, no Brasil se diz camiseta; camisola, aqui, é a roupa de dormir das mulheres (quando dão para dormir vestidas); é o peignoir, o deshabilée. A propósito: minha camiseta da seleção leva o nome de Tosettastro. Rima com poettastro.
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Por fim, há um sítio aqui que se chama Memória Viva, e se dedica a tornar acessíveis certos tesouros culturais brasileiros que andam fora de moda. Indicaram-me duas páginas, e as repasso aqui: a da revista O Cruzeiro, e da revista Careta. O Cruzeiro foi o maior semanário que o Brasil já teve; recomendo muito a seção chamada O Pif-Paf, feita pelo Millôr Fernandes. Da Careta, as lindas ilustrações do J. Carlos (só puseram no aro primeiro número; quando vierem mais, verão que belleza).
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