
Aprendem-se as regras de uma boa alimentação com supervisão de profissionais competentes . Essa mudança de hábitos, sem fundamentalismos, é positiva porque se sente recuperada a saúde em risco e consegue-se mudar, sem “altos e baixos”, os hábitos alimentares, entendendo-se o porquê de tais vantagens, com o regresso do equilíbrio e da capacidade de levar a cabo um projeto prolongado no tempo – um ponto final em hábitos menos adequados.

Não sendo, até há pouco, grande adepta de sushi, fiquei na passada semana, agradavelmente surpreendida ao ter visitado um local que desconhecia e onde se pratica “a rigor” a ancestral sabedoria do Oriente, tendo mudado por completo um (pré)conceito em riscos de ficar enraizado, maravilhosos legumes e peixes na chapa (iammm... sabor único...). Por vezes, escapa-se às regras registadas no papel pela nutricionista (que vigia, mas também sabe conversar). Sabe-se que normas são para transgredir, desde que se interiorize o princípio de “não haver regra sem exceção”.
P.S: uma mistura explosiva (a título pessoal) já erradicada: o "cafezinho com leite", citando uma personagem de antigo sketch televisivo, já o café "solo" é difícil de ignorar.
Sem comentários:
Enviar um comentário