18 de maio de 2010

De homem para homem

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Este era o editorial da muito esquecida Crónica Masculina, criada por Mário Aguiar e que teve curta vida.
1956

4 comentários:

José Quintela Soares disse...

Nem sabia da sua existência.
Calculo que nos anos 50, em Portugal,uma revista para Homens abordasse temas como automobilismo, vinhos, tabaco, futebol...por muito sugestiva que fosse a loira que parece espreitar na capa...

T disse...

Cito o Professor João Mimoso:As outros dois eram a Crónica Masculina (o nº 1, que se ilustra à esquerda, foi posto à venda a 8 de Dezembro de 1956) e a Crónica Desportiva (lançada a 15 de Janeiro de 1957). Depois, não houve mais iniciativas editoriais no campo das publicações periódicas até ao Outono desse ano. A história das publicações então surgidas requer uma continuidade até 1958 e por isso será contada na próxima parte deste estudo.
Entretanto, na Primavera de 1957, o cenário tinha-se alterado, como veremos em seguida. As relações com a Editorial Bruguera sofreram uma reviravolta e talvez por isso a carteira de publicações estava a ser reequacionada. Foi decidido que das Crónicas Feminina e Masculina, apenas uma poderia continuar e, assim, a Crónica Masculina foi sacrificada, terminando no nº 20.

José Quintela Soares disse...

Pois...
A "Feminina" era um sucesso estrondoso. Pelo formato, pela "acessibilidade" dos textos, pelo preço, e pela mentalidade então reinante. Julgo mesmo que era a única leitura de milhares de portuguesas.
O "filão" não terá jorrado da mesma forma para os homens, que logo pela manhã compravam o jornal desportivo, que muitas vezes só liam à noite.
A Agência Portuguesa de Revistas deve ter percebido, bem cedo, que falhara o alvo.

T disse...

a Cróninca destinava-se a caber numa carteira de senhora:) Mas teve um percurso muito diverso ao logo dos anos, quanto à qualidade dos conteúdos.