20 de junho de 2012

Maria

E outra capa para a Revista Eva, tendo como autora Maria de Vasconcelos. Capas fantásticas  de autoras portuguesas para o público feminino da época. 1938.

Modernidade

Não vá, telefone...Já em 1938. Revista Eva.

Um guia

Não resisti a este "Não fotografe ao acaso" de Platão Mendes, 1967. Impresso pela Tipografia Modesta...

Difícil...


Esta não é fácil...
Grande actriz portuguesa.

Uma pista: era casada com um actor de nomeada. 

19 de junho de 2012

a Vermelho

Mais uma interessante capa da Revista Eva de autoria de Maria de Vasconcellos. Desta artista é que pouco sei, apesar conhecer muitas capas e ilustrações da sua autoria. 1935.

18 de junho de 2012

Do lado de cá

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E porque se opta por não deixar unicamente imagens de edifícios em ruína, fica uma outra, captada através de uma janela com vista, talvez a consigam identificar.

Reencontros

E nos preparativos do arraial, fotografei estas duas vizinhas animadas e conversando pela vida, unidas pelas festas.

Arraial!

No dia 16 de Junho aconteceu Arraial em Alto do Pina. Sardinha, febras, caldo verde e bebidas, oferecidas de forma organizada e eficiente pela Junta de Freguesia. Uma iniciativa simpática, que reuniu os fregueses da zona, em convívio animado. Para mim foi surpreendente pela positiva:) Viva o Alto do Pina!

17 de junho de 2012

Enquanto Portugal faz um a um

Reconheceis esta artista plástica?
 Maria Adelaide de Lima Cruz (1908-1985)  assim foi reconhecida:)

15 de junho de 2012

Almanaque

Foi uma das boas compras desta feira do livro. Vários números da revista Almanaque a cinco euros cada. Um conteúdo com a qualidade que Cardoso Pires lhe deu e a excelência gráfica de Sebastião Rodrigues. Agora, deliciai-vos com esta capa:)

14 de junho de 2012

O monstro

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Detalhes difíceis de ignorar, atendendo à dimensão gigantesca do traço o que, por si só, anula o conceito de pormenor (será antes um ‘pormaior’…). Pronta a fotografar um gigante que, de relance, me habituei a observar de interior do carro ou dos transportes públicos, reparo que o que atrai o olhar , acaba por despertar a atenção de terceiros – um turista em ar de veraneio, apesar da chuva «molha tolos» da manhã prepara-se, ao mesmo tempo, para puxar da máquina fotográfica. Entro, por momentos, num universo ficcional, lamentando o abandono a que se encontram votados tão belos edifícios da nossa cidade. Num flash, chegam ao pensamento versos finais de um poema de Alexandre O’Neill:

Vossa boa atenção não quero fatigar.
Com a moral costumeira vou aqui terminar.

Nunca façam de um monstro a vossa criação,
que tarde ou cedo vai dar complicação.

Viva a Natureza

Contra o cimento armado (há que séculos não lia isto) beba água do Luso...1972


Quem desenhou esta bela capa?

É fresca, sabe bem!



Assim se publicitava a Planta em 1974.

13 de junho de 2012

Distinção

Uma beleza estes desenhos de Heim  para um vestido-tailleur e outros dois vestidos. Na revista Eva de Dezembro de 1936.

Não quero isso...

Intriga-me o sabor de Bovril e fascina-me a imagem deste anúncio. In revista Eva, 1936.

Deslumbre

Uma capa deslumbrante da Revista Eva, 1932, de autoria de Maria Adelaide Lima Cruz.

Fácil...



Grande actriz portuguesa.
Quem é?

12 de junho de 2012

O haiku das palavras perdidas de Andrés Pascual

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Fotografia: Michael Kenna

“Que viaje à roda do seu quarto quem está à beira dos Alpes, de inverno, em Turim, que é quase tão frio como São Petersburgo – entende-se. Mas com este clima, com este ar que Deus nos deu, onde a laranjeira cresce na horta, e o mato é de murta, o próprio Xavier de Maistre, que aqui escrevesse, ao menos ia até o quintal”. – Almeida Garrett, Viagens na minha terra

A leitura é ânsia de evasão, seja ela fugaz, a poucos quilómetros de casa ou distante, levando a esquecer o correr das horas. Em fase de leitura compulsiva – lamentando que nem todos os dias do ano, assim sejam caracterizados –  penso que ler é também viajar, interiorizando como perturba o ritmo do tempo, por trazer ao pensamento a pretensão de percorrer a totalidade dos livros, de concretizar todas as jornadas, isenta de constrangimentos. De um livro de navios afundados e tesouros quase esquecidos, passa-se ao universo do Japão, com duas gerações presentes no enredo (a de Nagasáqui e a do recente terramoto). A escolha é também feita pelos afetos – o escritor, presente há dias numa palestra no nosso país, deixou – por motivos que não vêm à colação – a oferta do seu romance traduzido, com uma dedicatória sentida, a uma das minhas filhas que pretende viver de e para a escrita, intuito ousado, nesta era tecnológica em que, por contradição, tanto deixamos desperdiçar. País distante, acerca do qual efabulamos, têm-me espantado relatos credíveis de amigos que o visitaram, um pouco à margem de circuitos turísticos «sentimo-nos em casa» (a expressão surpreende, por considerar a cultura tão diversa e longínqua). Recordo ainda comentários de japoneses que passeiam pelos bairros típicos de Lisboa «somos parecidos, também estendemos roupa à janela», referem-me ainda o bolo que descende do nacional pão de ló (disso já todos temos conhecimento), a par de algumas palavras por nós deixadas, aquando da expansão. Tendo-me alongado sobre um livro que só hoje irei encetar, deixarei unicamente como abertura a epígrafe que antecede o início do romance:
 Nasci para o mundo/ e deixo-o com a minha morte. /As pernas levaram-me a mil aldeias /e a infinitos lares. /O que são?/ O reflexo da lua na água, uma flor que flutua no céu… /Oh!
Gizan Zenrai

Um certo olhar

Um homem que marcou Portugal. Reconhecei-lo?
Raul Lino, pois então. 1929.

Adivinhas urbanas

A revista Século Ilustrado, pelos anos 40, fazia muitas páginas mostrando o comércio da capital. Aqui mostra o 27 da Almirante Reis. Qual dos estabelecimentos sobrevive?

11 de junho de 2012

um abraço ABS

mesmo quando 'esperadas', as perdas são sempre muito dolorosas.
especialmente as daqueles que nos serviram de exemplo para a vida.

um abraço forte abs
de todos

10 de junho de 2012

9 de junho de 2012

Uma arca de memórias

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Dir-se-ia que, por estas paragens, o tempo decidiu tirar descanso... Apesar da remodelação no bairro, o ar centenário faz com que nos esqueçamos, por momentos, que o bulício da cidade passa à porta. Roupa estendida em pequenos varais, canteiros de sardinheiras e malmequeres, o pátio a revelar uma limpeza cuidada,  letreiros de venda, a pender de duas ou três janelas... Olhando o espaço envolvente, reparo que entre os moradores, em grande parte da terceira idade, já se encontram gerações mais recentes. Aqui permanece um fragmento da história (e também da sociologia) da cidade. Certamente conseguirão reconhecer um espaço de memórias que revela um bulício, sem pressas, de uma manhã de sábado.

Escultor


Grande escultor português.
Sabem quem é?

7 de junho de 2012

About pleasure

Pleasure helps your disposition: For more pleasure, have a camel, assim dizia Rock Hudson O prazer ajuda, pois ajuda...1956.

6 de junho de 2012

5 de junho de 2012

Pescadores do Tejo

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O grande espelho da cidade e tudo o que, junto a ele, podemos observar. Ainda hoje visíveis, os pescadores domingueiros, algo que sempre causou espanto pois, junto ao rio, avistamos, desde sempre, cardumes de tainhas , indissociáveis de um sabor a óleo dos barcos que o cruzam. Habituada a pescar em águas africanas por questões práticas – os mares eram pródigos, mesmo para uma pescadora inexperiente que, munida de uma simples linha, peso e isco, em pouco tempo conseguia alguns sargos e ferreiras, momentos depois a assar no carvão (só eram capturados os peixes necessários ao repasto), causa espécie esta dedicação domingueira de pescadores do Tejo, em imobilidade de estátuas, a assistirem ao cair da tarde.

Imagem: Dr. Marjay

O País dos brinquedos

Esta é a verso do Nodi da minha infância. Reencontrei-os outro dia, um bocado surrados, tal qual livros muito lidos e amados. É natural, não é? 1964

Your future reference

E outra capa de um catálogo, infelizmente rasgada, sobre pássaros:)

Gartenbau diplom

Perco-me na feira da ladra, como todos aqui já sabem. Arrasto o Miguel nestas incursões e ele tem olhar de lince para descobrir coisas interessantes e insólitas. Aqui vos mostro uma das imagens, que surgiu dum livro encadernado versando catálogos estrangeiros de aves, segundo reza a lombada. Faz a compilação de diversos catálogos sobre diferentes temas e formatos ligados à agricultura. Este , penso eu, será um diploma de jardineiro:) Mas ajude-me quem domina o alemão nesta tradução.

4 de junho de 2012

O retorno

Ofereceu-mo o Pedro Curto no meu aniversário. Disse, já te falei nele e sei que vais adorar lê-lo. Pelo seu formato portátil aliado à recomendação de uma das pessoas que mais me deu boas pistas de novas leituras, seleccionei-o para ler no autocarro. Felizmente, no caso, a Carris fez-se esperar e eu avancei com a leitura, esquecendo o calor e a demora e tudo o mais.Mergulhei a pique nesta ficção minha contemporânea, que me ajudou a perceber o meu passado, que também mudou com a chegada dos retornados a uma sociedade fechada e conservadora. A Dulce Cardoso vai passar a ser uma das minhas escritoras obrigatórias. Escrita poderosa, cheia de vitalidade e de ritmo. Envolveu-me. Um livro que me está a alegrar o dia. Obrigada Pedro e obrigada Dulce.

Make the day

Apetece comer chocolate. Assim era um anúncio  aos chocolates  Cadburys  em 1956. Make the day.

Picnic

Gosto particularmente destes cartazes de cinema dos anos 50, poderosos e sedutores. Digitalizado duma Collier´s de 1957.

Entrevista

Reconheceis o entrevistador?

Reconhecido: Jorge Alves.

Gitanilla

Quem resiste à graciosidade desta gitanilla?
 Fotografada por Bourbe para la Esfera em 1917.

La voz de su Amo

La Voz de su amo, Revista La Esfera, 1917

3 de junho de 2012

Caracolitos

Ontem terminámos com os caracóis na esplanada do quintal

Capricho

Encantada com esta imagem, apetece-me devolver o sorriso a esta caprichosa espanholita. Capricho, quadro de Gil Y Roig, publicado na La Esfera de Janeiro de 1917. O luxo e o  requintado grafismo desta revista não cessam de me deslumbrar.

Outro tipo de teatro

Reconheceis?
Reconheceram: António Pedro e Ruy Furtado

1 de junho de 2012

boston-cincinnati





 

hoje enquanto dava uma vista de olhos pela nba.tv para saber a que horas começava o directo do jogo dos playoffs, lembrei-me do jogo que mais vezes vi na vida.
era eu um puto no começo da adolescência quando apareceu pelo 'atlético' (o de queluz, obviamente) um bobine com o filme de um jogo dos playoffs de 63/64 entre boston e cincinnati.
eu e os meus amigos tinhamos crescido a ver basquetebol no campo das tábuas na 9 de abril ou no ginásio da antónio enes, ainda antes do 'moderníssimo' campo de jogos ao ar livre e piso de cimento que hoje ainda está, decrépito, ao lado do actual pavilhão.
aquela maravilha, projectada numa máquina que por não sei artes alguém tinha arranjado com o 'apoio' da mobil, era a delicia dos amantes de basquetebol.


mesmo que ao tempo não soubesse que estava a ver verdadeiras lendas (oscar robertson por cincinnati e bill russel por boston, o número 6 nunca mais foi usado por ninguém na sua equipa, para citar os que mais perduraram no tempo)
a equipa de boston, os celtics, eram ao tempo uma máquina trituradora de adversários e o filme era uma espécie de demonstração do facto.
durante muitos anos aquele jogo e aquela conjugação de nomes sempre me esteve na cabeça.
mas a verdade é que nunca mais ouvi falar em nenhuma equipa de basquetebol, na nba, sediada em cincinnati.
ao contrário do de acontece na tradição europeia de clubes, nos estados unidos alguém compra um clube e leva-o para a cidade onde pode ganhar mais financiadores (poucas equipas estiveram sempre no mesmo lugar: por exemplo, os lakers começaram em minneapolis, de onde vem o seu nome, por causa da quantidade de lagos do estado).
há uns tempos tentei tirar a limpo a questão de saber o que tinha acontecido à equipa de cincinnati da minha memória.
a dita equipa começou como rochester royals onde esteve entre 45 e 57. seguiu depois para cincinnati como cincinnati royals onde esteve entre 57 e 72.
passou em 72 para kansas city-omaha kings durante duas épocas e perdeu o omaha nos 10 anos seguintes.
em 1985 tornou-se a actual sacramento kings.
historicamente foi sempre muito pobre, exceptuando os anos de cincinnati, quando era presença regular nos playoffs (nunca mais, antes ou depois de cincinnati, voltaram a estar em qualquer playoff).
mas nunca mais tiveram um jogador com a classe de oscar robertson.

hoje a única dificuldade para ver um jogo em directo da nba, é esperar pela 1 da manhã..
os tempos estão muito fáceis...

Concentrados

Tropecei nesta foto numa página de actualidades da vida portuguesa. O ano é igualmente 1958. Reconhecerão decerto este casal tão bonito e talentoso. Celeste Rodrigues e Varela Silva

Rosto

Outra actriz célebre em 1958.
 Fez cinema e teatro. Identificais?

Madalena Sotto

Identificais?

Reconhecidos: Irene Velez e Igrejas Caeiro, os ditos " Zequinha e a Lelé"

La Esfera

As bonitas capas da revista espanhola La Esfera de 1917, com o retrato de uma madrilena por Ochoa.