21 de maio de 2012
A fada
E esta fada desenhada por Laura Costa é para mim ainda a verdadeira imagem do que deve ser uma fada.
Majora
E num destes livros morava este pequeno marcador da Majora. Resistiu valentemente marcando uma folha escolhida por um pequeno leitor. Nem sei porquê, mas fiquei assim a pensar na criança que o ali guardou.
IIlustrações
Comprei esta pequena colecção de livros infantis ontem, na Feira de Portimão. Ilustrações ingénuas mas em que reconheço os meus primeiros livros de histórias.
20 de maio de 2012
Ciganos
Já nos tínhamos cruzado com eles na estrada. Gosto de os ver felizes e livres, orgulhosos e sem medo. Ciganos, pois.
18 de maio de 2012
Nestlé
Deixo ao Carlos Rocha a tarefa de comentar esta imagem. Eu creio ver um R a identificar o autor...
Mas, antes do mais, outra bela ilustração publicitária Da Nestlé, aparecida no Magazine Civilização em 1928.
Mas, antes do mais, outra bela ilustração publicitária Da Nestlé, aparecida no Magazine Civilização em 1928.
É um canguru!
Estão lembrados do Cangurik da Nesquik?
Fotógrafo: Estúdio Horácio Novais.
Fotografia sem data. Produzida durante a actividade do Estúdio Horácio Novais, 1930-1980.
Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
Fui ver...
Tocaram à porta e eu fui abrir a correr. Era o carteiro com uma encomenda. Fiz-lhe o meu melhor sorriso e precipitei-me a abri-la. Fiquei logo extasiada com esta capa de Bernardo Marques, para o Magazine Civilização do Natal de 1928.
Muita alegria pode dar o papel velho...
Muita alegria pode dar o papel velho...
17 de maio de 2012
Quinta-feira de espiga: um auxiliar de memória

A atravessar Sintra e a lembrar-me, ao ver as vendedoras de rua, que hoje era quinta-feira de espiga. Belas lembranças de apanhar estes ramos pelos campos, com a miudagem da escola primária. De regresso a casa e sem tempo para parar pelas proximidades, comprei um raminho e ficou uma das bancas improvisadas para a fotografia.
16 de maio de 2012
A couve dissidente

A couve cresceu por ali, no meio das flores. Todas as manhãs, antes de sair de casa, lá a vejo, deixando diversas possibilidades a pairar no pensamento, habitual exercício para quem tenta fugir a ideias formatadas, a verdades inabaláveis. Ocorreu-me que seria uma couve dissidente e tenaz, já que não cresceu por via da mão do homem (esta a hipótese preferida), uma hortaliça com problemas de identidade ou, então, uma couve vaidosa, tentando alcançar protagonismo: talvez se sentisse pouco visível na área escondida do terreno, entre o alho francês, as alfaces e as beterrabas, tendo escolhido a companhia de mais nobres espécies vegetais... Pensando bem, tomei a decisão de lhe respeitar a longevidade, quanto mais não seja, pela ousadia.
Papoilas com cavalo ao fundo

Cada dia, mesmo seguindo os percursos de sempre, traz a novidade de quem tenta ter “olhos de manhã para ver” (citando uma antiga música de um amigo de juventude, belíssima e a cair no esquecimento, com xilofone e vozes de crianças no pátio da escola, como pano de fundo, mas há que cortar a tendência para a divagação, com regresso ao nobre dever da síntese, obrigação de quase anónima escriba). O animal fixa a fotógrafa, desvia o olhar e, a um chamamento, lá aceita ser figura principal do instantâneo. Para este quadro – antítese de natureza morta – escolheria o título de «papoilas com cavalo ao fundo». E assim se capta uma imagem junto ao café onde se vai comprar o jornal ao final da manhã, sob um clima a africanizar.
15 de maio de 2012
A loja do Manequim à Porta
Já vos tenho contado acerca desta loja, ao Mercado de Santa Clara e agora no blogger.
Visita indispensável para quem ama o passado.
Visitar aqui.
Visita indispensável para quem ama o passado.
Visitar aqui.
A caixa dos cheiros
No domingo, dia de festa pois então, o Zé, a Sónia e a Maria, trazem esta bela caixa de madeira, cheirosa de tantas ervas boas e ervilhas gorduchas e tenras. Tudo das hortas lá de casa. Estes pequenos mimos sabem bem.
12 de maio de 2012
A provável origem da raça canina...

O nome das localidades sempre constituiu foco de particular interesse. Tirando aquelas muito conhecidas, com alusões mais ou menos brejeiras, sempre despertaram curiosidade as que fogem às regras gramaticais, ou que atraem pelo insólito (nas proximidades existe uma «Carne Assada», levando a pensar em como serão designados os naturais do povoado). Fica uma placa toponímica a desafiar as regras de formação do plural. Talvez aqui se encontre a origem do cão de água português.
11 de maio de 2012
a importâncias das bandas sonoras
a ideia da banda sonora como ruído de fundo num qualquer programa ou filme é cada vez mais uma coisa do passado.
hoje a escolha das músicas para acompanhar as imagens é cada vez mais cuidada, quer na qualidade do som, quer nos textos.
já aqui falei muitas vezes de canções que descobri a ver uma qualquer coisa e de outras que ajudam a completar uma imagem ou uma história.
e de como pode ser muito diferente a sensação que temos a ouvi-la, se a imagem que a complementa a complementar realmente.
muitas vezes, uma canção fazer parte de uma banda sonora pode lançar um artista ou uma banda de uma forma inesperada.
recentemente, anthony bourdain realizou um dos seus programas 'no reservation' em portugal e, como muitas vezes faz, junta a música à comida.
no programa português juntou a música dos dead combo às suas deambulações pela comida e pelos recantos de lisboa.
o resultado, foi dois albuns dos dead combo estarem entre os 10 mais vendidos pela itunes nos estados unidos no 'sector' músicas do mundo (estranho o facto de o último almo dos dead combo estar nos 10 primeiros nas vendas em portugal na classificação geral e estar ausente na classificação de músicas do mundo..)
anthony bourdain, no reservations - lisboa
hoje a escolha das músicas para acompanhar as imagens é cada vez mais cuidada, quer na qualidade do som, quer nos textos.
já aqui falei muitas vezes de canções que descobri a ver uma qualquer coisa e de outras que ajudam a completar uma imagem ou uma história.
e de como pode ser muito diferente a sensação que temos a ouvi-la, se a imagem que a complementa a complementar realmente.
muitas vezes, uma canção fazer parte de uma banda sonora pode lançar um artista ou uma banda de uma forma inesperada.
recentemente, anthony bourdain realizou um dos seus programas 'no reservation' em portugal e, como muitas vezes faz, junta a música à comida.
no programa português juntou a música dos dead combo às suas deambulações pela comida e pelos recantos de lisboa.
o resultado, foi dois albuns dos dead combo estarem entre os 10 mais vendidos pela itunes nos estados unidos no 'sector' músicas do mundo (estranho o facto de o último almo dos dead combo estar nos 10 primeiros nas vendas em portugal na classificação geral e estar ausente na classificação de músicas do mundo..)
anthony bourdain, no reservations - lisboa
10 de maio de 2012
os dois dígitos das exportações portuguesas
de acordo com o relatório publicado pelo ine, as exportações portuguesas cresceram em janeiro e fevereiro acima dos 13%
em março cresceram 8,8%
segundo o nosso primeiro ministro, continuamos bem porque continuamos a crescer a dois dígitos.
infelizmente o crescimento não foi de 8,79%.
seria espectacular neste tempo de crise ter um crescimento a 3 dígitos.
em março cresceram 8,8%
segundo o nosso primeiro ministro, continuamos bem porque continuamos a crescer a dois dígitos.
infelizmente o crescimento não foi de 8,79%.
seria espectacular neste tempo de crise ter um crescimento a 3 dígitos.
e atravessou a rua com seu passo tímido
todos os dias, de sorriso nos lábios e uma permanente boa disposição, varria as ruas aqui em volta.
uma boa disposição contagiante de jovem contente com o seu dia.
estranhamente não reparamos em quem nos varre as ruas.
o seu sorriso enquanto trauteava umas canções e varria as ruas fazia com que reparassem nele.
ontem, varria o enorme pátio com a boa disposição de sempre.
de repente, como se tivesse sido desligado, caiu.
a longa espera pelos bombeiros
a longuíssima espera pelo inem
ao fim do dia, no local onde viu pela última vez o sol de sintra, continuava arrumada a vassoura e a pá, ainda com lixo, como se estivessem à sua espera para continuar o trabalho.
ele não voltará mais a elas
nem à rua, nem ao sol, nem à vida
e se acabou no chão feito um pacote flácido
agonizou no meio do passeio público
uma boa disposição contagiante de jovem contente com o seu dia.
estranhamente não reparamos em quem nos varre as ruas.
o seu sorriso enquanto trauteava umas canções e varria as ruas fazia com que reparassem nele.
ontem, varria o enorme pátio com a boa disposição de sempre.
de repente, como se tivesse sido desligado, caiu.
a longa espera pelos bombeiros
a longuíssima espera pelo inem
ao fim do dia, no local onde viu pela última vez o sol de sintra, continuava arrumada a vassoura e a pá, ainda com lixo, como se estivessem à sua espera para continuar o trabalho.
ele não voltará mais a elas
nem à rua, nem ao sol, nem à vida
e se acabou no chão feito um pacote flácido
agonizou no meio do passeio público
Lisboa dos pregões
"Ainda tão recente e já tão longínqua! Lisboa sem os seus modernos bairros, menos vasta mas mais pitoresca! De manhã cedo ao entardecer, lá iam os vendedores ambulantes espalhar pelas ruas com a música dos pre-gões, a excelência dos seus produtos. Rompe a alvorada. Lá se ouve: fava rica! Era o despertador da cidade. De seguida, pancadas na porta da rua e a voz nasalada do leiteiro: leiiite! Estava a cidade desperta. De todos os lados se ouviam cantares. Franzino e apressado, corria o ardina: Diário de Notícias, olha o diário, Século, olha o diário! De cinta fina saracoteando as ancas com a canastra à cabeça, vinha a varina: vivinha da Costa! A frente de um burro com as cangalhas a abarrotar de hortaliça e de enferrujada balança no braço, ouvíamos o saloio: saloio! Saia rodada, bota de tacão, blusa, garrida, lenço de casimira, xaile aos ombros, cesto de verga no braço coberto de pano de imaculada brancura, apregoava a jovem queijeira: queijo fresco, quem merca o queijo saloio! "
Manuel Deslandes, Revista Almanaque, 1960
Um jovem a escrever sobre jovens
9 de maio de 2012
Espaços verdes
Há 30 anos Portugal era um país rural. Hoje muito mais
urbano. Contudo não nos esquecemos do nosso tradicional caldo-verde, nem das
técnicas hortícolas.
Sabe bem ver o ressurgir dos hortelões, mesmo que, uns quantos, condicionados ao espaço entre prédios, disputando lugar às urbanizações, e fazendo jus às teses do arquitecto Ribeiro Teles, quanto à necessidade de
existirem coroas agricultadas envolvendo as áreas edificadas das cidades.
Nem
só de jardins se faz o espaço verde.
O sol, a água e a praia
(foto de Teresa Guerreiro)
Não me tem apetecido escrever mas tenho tentado analisar a questão.
Introspectivamente, chego à conclusão que estou demasiado
absorto na crise. Verdadeiramente, concluo que a crise me domina . Desapaixonadamente,
não quero redigir sobre o que me está a dominar, não quero maçar os que nos lêem,
repisando as evidências.
Chegar a esta simples conclusão não foi fácil. Contudo, hoje
tive duas ajudas. Primeiro do meu amigo JPCosta que, sem saber das minhas reflexões, me disse:
- Além da crise há o sol e o podermos desfrutar dele.
Conclui o dia, chutando os pensamentos da crise para outras
paragens, quando a minha filha me telefonou dizendo:
- Sabes pai, hoje tive a melhor aula da minha vida! É mesmo
disto que eu gosto!
Há mesmo muita coisa boa para além da merda da crise, vou-me
concentrar nelas.
8 de maio de 2012
Maurice Sendak: where the wild things are

Há dias, tive como tarefa a transcrição de uma entrevista a uma ilustradora de livros, cidadã do mundo. Ao longo da interessante conversa, um dos destaques ia para o ilustrador Maurice Sendak, como referência, até ao presente, para o trabalho que executa. Hoje, verifiquei na imprensa diária, que este criativo autor tinha falecido aos 83 anos. A sua carreira teve início no final da década de 40, tendo ilustrado mais de 100 livros e escrito cerca de 20. A obra prima que o lançou internacionalmente e se tornou sucesso de vendas, foi Where the wild things are, publicado em 1963. No passado, Sendak referiu em entrevista ter respondido – consta que não deixava cartas sem resposta – a uma criança, com um dos seus desenhos de monstros, sensibilizado com o texto entusiástico que lhe tinha sido enviado. A mãe do rapazinho enviou-lhe um bilhete, dizendo que o filho tinha apreciado de tal forma o «boneco» que o tinha comido. Sendak redigiu novo postal, referindo ter sido o maior elogio alguma vez recebido. O autor não apreciava a designação de ilustrador infantil, pois – segundo o próprio – o rótulo inferiorizava-lhe o talento. «Tenho de aceitar este papel. Nunca me irei suicidar como Van Gogh, nem pintar nenúfares como Monet. Não consigo fazê-lo.» Recebeu importantes prémios no mundo da ilustração infantil, tendo sido agraciado com a distinção Hans Christian Andersen, entre outras de igual prestígio.
black lab, this night
os black lab são uns daqueles projectos que, sendo meio clandestinos, não deixam de ter uma consistência que falta a muitas outras bandas ou projectos musicais.
felizmente, existe agora uma espécie de moda em algumas séries televisivas que faz com que as músicas de fundo sejam muitas vezes parte integrante do argumento e não apenas ruído de fundo.
há uns tempos falei aqui, a propósito de uma canção dos arcade fire, cantada pelo peter gabriel, do efeito que teve no final de um episódio do house.
aquele 'my body is a cage' era a perfeita banda sonora para aquelas imagens, mais parecendo até que eram as imagens que serviam de suporte à música.
ontem revi esse mesmo episódio a que me tinha falta o começo...
as imagens são de um rodeo.
da espera pelo touro; da preparação; do montar; dos segundos contados a resistir...
mais uma vez pareciam as imagens a servir de apoio à música, que, louvavelmente, estava legendada.
aqui podem ouver:
black lab, this night
Ver mais além
Há quem acredite ainda, que se pode conhecer alguém através da forma como se veste e dos acessórios que escolhe. Assim se interpretava a alma masculina em 1966.
Revista Donas de Casa, Julho de 1966.
7 de maio de 2012
Muito sol
Dois anúncios de 1959, às pensões Ninho das Águias e Grande Pensão Alcobia. A primeira continua a manter-se, possuindo a vista mais linda de Lisboa. Sossego, honestidade, muito sol, ar puro, ontem como hoje.
Portugal
Assim eram as exportações portuguesas em 1959: Portugal fabrica e exporta produtos de qualidade de renome nacional.
6 de maio de 2012
Pensamentos em torno do dia de hoje

A evocação ao dia, aqui deixada em posts e bonitas fotografias pela T, fez-me pensar um pouco na data que se comemora. É hábito passá-lo com a minha mãe, hoje houve concerto do grupo coral e a rotina foi quebrada. O dia faz pensar em duas vertentes – a de ter uma mãe e a de ser mãe. O festejo com as filhas teve de ser ontem, após convocatória, por motivo de viagem da mais velha para uma bonita cidade na Galiza, a deixar-me a pensar como gostaria de poder também fazer o mesmo percurso. O lanche de sábado, em S. Pedro de Penaferrim (sem publicidade ao local), e a cantoria de hoje, acompanhada pela mais nova (e restantes elementos), trouxe-me este tema ao pensamento. E ainda hoje estou grata a uma mãe por perceber que, na tenra infância (e às vezes pela vida fora), os sapatos são um incómodo.
Os misquinhos
"Chegámos a Lisboa na manhã tépida, de céu ambarizado por um sol que há cinquenta anos a esta parte era raro faltar à cidade, que deixou de ser de mármore e granito para ser, no seu maior dimensional, de tijolo mal cozido e cimento roubado. E, conduzidos por Costa Nunes, forno-nos hospedar no Hotel Portugal, que fazia esquina para o Largo do Pelourinho. O meu quarto era no terceiro andar. Eu via com olhos, não pasmados, que nunca soube o que era pasmo, mas abertos à compreensão, as grandes e amarelas tartarugas dos carros eléctricos vir rolando dos lados do Terreiro do Paço, tilintantes e pletóricas de gente. Logo após vinha o carro do Chora, com o automedonte de longos bigodes retorcidos a reger de chicote vivaz o tiro de três machos pimpões, o condutor de boné de pala, e atropeladamente naquela arca de Noé peixeiras, vendedeiras de hortaliça e de coelhos mansos, operários com suas ferramentas, em suma, segundo o termo das Ordenações Manuelinas, os misquinhos duma capital"
Aquilino Ribeiro, Um escritor Confessa-se; Livraria Bertrand
O jardim
Estes dias evocativos trazem-me sempre à tona muita lembrança e saudade. Por isso comecei o dia a jardinar com energia e não pensei em mais nada senão no que tinha a fazer. Quando procurei uma foto da minha mãe para digitalizar, encontrei esta minha, aos 6 anos, no jardim da Póvoa de Varzim. Esta casa já não existe, mas engraçado como guardo as memórias deste espaço, do cheiro das rosas e as cores vivas dos craveiros e das lantanas. Guardo também a lembrança da presença da minha avó e dos seus calmos conselhos.
Mãe
Hoje abriu-se a moldura, há tanto tempo fechada, para eu digitalizar a imagem. Não resisto a retribuir o sorriso a uma Zé tão jovem e feliz. Nela reconheço as feições das mulheres da minha família. Nela reconheço o amor que a minha mãe soube sempre distribuir à sua volta. Um beijo e muita saudade
5 de maio de 2012
As Marias de Portugal
Descobri hoje por acaso, na Feira da Ladra, esta pequena caderneta de colagens sobre " As Marias de Portugal", Os desenhadores das Marias são, entre outros, Roberto Nobre, Raquel Roque Gameiro e este meu favorito, que vos apresento de novo, eis Bernardo Marques. Desconheço quem seriam os autores das quadras. Penso que este seria um concurso, que terá decorrido nos anos 30. A feliz possuidora desta caderneta era Mariana Nogueira e Silva, moradora na Rua António Pedro, nº 48, 4º direito, Lisboa.
Maria dos Anjos
Somos seres imperfeitos,
Indignos de acompanhar-te,
Pois de barro somos feitos,
Que facilmente se parte.
Por isso linda Maria,
O teu padrinho e teus pais,
Te deram por companhia,
Criaturas imortais.
Maria dos Anjos
Somos seres imperfeitos,
Indignos de acompanhar-te,
Pois de barro somos feitos,
Que facilmente se parte.
Por isso linda Maria,
O teu padrinho e teus pais,
Te deram por companhia,
Criaturas imortais.
Bounty
Mais uma ida à Feira da Ladra, não encontrei o Carlos Caria mas sim mais Illustrated na Loja do Manequim à Porta ao Mercado de Santa Clara. Cheia de material interessante para coleccionadores e voyeurs adeptos do vintage.
Bounty Chocolate Advert, London, 1950s, Illustrated, 1956
A loja de sementes
Ontem lá fui eu a deslizar pela Baixa para comprar sementes de Estrela do Egipto para a mãe do Miguel. Ia deliciada com o passeio e satisfeita por, tendo telefonado previamente para a Martins&Rebelo na Praça da Figueira, ter já a certeza que as ia encontrar lá. Sou de evidências que se conjugam com boas memórias desta linda loja que continua a prestar um bom serviço a quem adora jardins e hortas.
4 de maio de 2012
Sacos
Dois saquinhos de livros velhos comprados na Feira do Livro, no passado sábado. Num deles, 14 números da bela revista editada por José Cardoso Pires e Sebastião Rodrigues, Almanaque (1959-61).
3 de maio de 2012
Aconteceu em 1977...

Um instantâneo captado à porta de um supermercado de Lisboa. Identifiquei-o de imediato, por recordar este local onde acompanhava a minha mãe às compras. Memórias de um ano em que houve racionamento de bens como o leite e o fiel amigo, o que explica a imagem. Fonte: Arquivo Municipal de Lisboa via «A educação do meu umbigo».
2 de maio de 2012
Fruit Gums
Quase que sinto o açúcar a desfazer-se na boca. Adoro gomas:) Não conhecia os Fruit Gums da Rowntree´s, fiquei a saber que era uma marca tradicional inglesa comprada pela Nestlé no final dos anos 80.Uma pequena peça de colecção este anúncio.
1 de maio de 2012
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