16 de fevereiro de 2011
15 de fevereiro de 2011
A Casa da Laura
Foi há uns anos que por acaso tropecei na Casa da Laura através dum anúncio inserido na revista Panorama.. Restaurante conhecido de Cascais, onde jantou Leslie Howard durante a sua estadia em Portugal e pouco antes da sua última viagem. Hoje descubro estas imagens dos interiores, terraço e clientes deste estabelecimento . E é com todo o prazer, que dedico estas imagens ao José António Barreiros, amigo e excelente escritor, que me contou esta história dos tempos de guerra .
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14 de fevereiro de 2011
O que será?

No passado Inverno, vi-os perto de casa, junto às árvores... Este foi fotografado na serra. Alguém consegue identificar o que se encontra na imagem?
12 de fevereiro de 2011
11 de fevereiro de 2011
Renault 4 completa meio século

A carrinha Renault 4, conhecida em França como 4L, foi concebida há meio século. Em 1971, já era o modelo mais comercializado da marca tendo, nesse ano, atingido os três milhões e meio de vendas. Em 1985, tinham sido fabricados sete milhões de exemplares.
Trata-se de um automóvel que certamente terá feito parte do quotidiano de muitos portugueses. Recordo que na juventude os meus pais compraram um na cor então mais comum, o cinzento claro. Mais tarde, lembro-me de ter conduzido um destes carros não considerando muito prático o sistema de mudanças.

Na segunda imagem, surge num modelo comercializado em França, a Renault Parisienne, dedicado a um público feminino e cujo design foi elaborado em parceria com a revista Elle. Pergunto se reconhecem quem se encontra junto desta viatura , corria o ano de 1964…
Fonte: l'intern@ute magazine
10 de fevereiro de 2011
A deliciosa sardinha
Assim publicitavam as deliciosas conservas de sardinha em 1946.
na Revista Ver e Crer
(cada assunto vale um livro).
9 de fevereiro de 2011
Cúmplices no crime
São personagens de cidade, que cruzo diariamente, surpreendendo-me sempre com pessoas e gestos. Não interessa para o caso que as tenha fotografado numa recôndita aldeia, num local que marcou a minha juventude. Revi-o há dias, grata pelo reencontro com memórias que de repente fluíram e me fizeram sorrir.
Hoje no autocarro, sento-me e começo a ler a Ver para Crer que tinha na carteira.
"É antigo, não é?" diz o senhor de ar afável sentado ao meu lado. Informo que é de 1950 e afavelmente responde-me, que apesar de ter nascido em 1940, não se recorda desta publicação. E entre paragens conversamos um bocadinho, alfarrabistas, revistas e almanaques. "Sabe, adoro os almanaques Bertrand, sobretudo os desenhos humorísticos" e sorrindo informo-o que os colecciono. Dizemos bom dia e deslizamos pela cidade.
Já outro dia na Livrarte tive a oportunidade de conhecer alguém que gosta do mesmo do que eu. Papel velho, em suma. Leitora do Dias, ainda por cima.
E de local em local, vamos reconhecendo territórios comuns e criamos laços de cumplicidade e de carinho.
Nota: Dou um doce a quem adivinhar em que aldeia tirei a foto.
Barão de São João, Lagos.
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