31 de julho de 2009

Adivinhas de Verão - II

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E esta praia? Conseguem identificá-la?

Acertou a Luísa Moreira: Zambujeira do Mar.

Adivinhas de Verão - I

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Suspeito que por aqui faça muito calor. Em que localidade se situa a igreja matriz representada no postal?

Divulgação cultural

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A partir de amanhã, dia 1 de Agosto, Sintra conta com o Museu de História Natural (Colecção Miguel Barbosa).
Localizado na vila velha de Sintra, em pleno centro histórico, o museu ocupa a maior parte do edifício oitocentista do Mercado de Sintra.
Devido à qualidade e raridade de muitas das peças, a colecção detém uma importância nacional e internacional, com destaque para alguns dinossauros e ninhos de ovos de dinossauros provenientes do deserto de Gobi, na China.
Mas a maior preciosidade é, sem dúvida, o único exemplar de uma espécie de réptil voador, o Braseodactylus.
O museu está dotado com totems informativos e com um ecrã gigante onde, em ambiente interactivo, são projectados diversos conteúdos.
in Sintra Cultural: Agosto, 2009

ficam convidados para nos próximos 15 dias

aparecerem por fajão.

a partir de segunda feira estarei por aqui

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até lá será aqui, e uma visita a santiago ao monte do gozo (que espero que seja mesmo de gozo)

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Animação infantil...

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Assim classificados, uns serão mais 'infantis' do que outros. Por mim, ainda os gosto de (re)ver. Conseguem identificá-los?

E acertaram a Gema: 1- Livro da Selva; 2- Em Busca do Vale Encantado; 3- Estranho Mundo de Jack e a Vee: 4- Akira.

Em que ano tudo isto aconteceu?

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... e segue um desafio algo longo (as desculpas aos menos pacientes), composto pelas seguintes perguntas:
1 - no ano a que se refere o post, falecia a senhora representada na imagem (aqui junto da sua cara-metade, esta realmente marcante, a fim de facilitar a resposta);
2- este grande nome da cultura recebia o prémio Cervantes, de quem se trata?;
3- a longa-metragem aqui presente foi então estreada, sendo o seu nome... e o realizador...;
4- este escritor, de seu nome ... recebia o galardão máximo da literatura nesse mesmo ano;
5- a fonte aqui apresentada de seu nome ... foi inaugurada na cidade de ...;
6- deixáva-nos (em presença física) este expressivo nome da música portuguesa, aos 40 anos de idade, referimo-nos a...
7- e, para concluir, tudo isto aconteceu no ano de...

Acertaram a Luísa Moreira : 2- Octavio Paz; 4- Gabriel Garcia Marquez e 6- Adriano Correia de Oliveira e a Gema: 1- Gala ; 3- Fanny e Alexander de Ingmar Bergman; 5- Fonte Stravinsky em Paris.
A Luísa Moreira indicou ainda o ano de 1982.

Dizem que é uma espécie de férias

Vou ausentar-me por uns dias. Poderei ser encontrada por aqui. ;)

30 de julho de 2009

Ainda há locais assim...

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Tão perto e ao mesmo tempo tão longe da confusão, isto por se localizar lá bem no alto. A segunda imagem poderá auxiliar na resposta. Posteriormente, indicarei o nome deste espaço, pois pertence há pouco tempo a umas jovens com iniciativa, merecedoras da divulgação.

E acertou o José ao referir "Praia Grande". O espaço fotografado tem o nome de "Varanda da Praia Grande".

Os brindes

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Uma das palavras que mais gosto: Brindes! 

Também adoro a ideia de Cabaz de Natal:) Mas neste caso do Pensal, ainda recordo este copo e jarro. Não sei que fim levaram.

Memória de festas e romarias

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(Algueirão-Mem Martins: antiga festa e capela da Sra. da Natividade)

As festas populares perdem sabor para quem as viveu na idade do encantamento. Tendo começado a frequentar a festa da Sra. da Natividade quando, muito cedo, fui morar para o Algueirão, lembro o terreiro junto à capela - hoje ladeado de prédios descaracterizados – e o tradicional evento em que cavaleiros com lanças tentavam furar rodas de papel penduradas bem no alto, entre enfeites coloridos, sendo esse o principal atractivo da festa. Quanto a ranchos folclóricos, passou posteriormente a existir o das «Mondadeiras do Algueirão» embora seja mais entusiasta de ranchos ancestrais, como o de Miranda do Douro que me parece até hoje manter o respeito por ancestrais tradições.
A propósito de rituais antigos, evoco uma visita a uns velhos amigos (já regressados ao continente) que , após terem comprado uma quinta em Marco de Canavezes (daquelas à séria, com pecuária incluída), chegaram à conclusão que o seu local de trabalho, cada ano a distanciá-los, afectando também os filhos, só cessaria com uma opção radical. E assim foram viver para a ilha de Santa Maria nos Açores. Quando os revi, ao fim de 20 anos de trabalho conjunto em África, o Zé Maria tinha acabado de chegar de uma digressão pascal (exclusivamente masculina) de romeiros pela ilha e , apesar de só o ter feito por motivos de viver a tradição, regressava radiante após a experiência de uma viagem de vários dias, conhecendo uma natureza em estado quase selvagem e – se a memória me não falha – pelo exclusivo prazer da companhia e da caminhada, pois uma das regras é a de praticamente não serem trocadas palavras durante a digressão de vários dias.
Hoje tudo mudou: fujo destas festas com música distorcida e invadidas por inúmeras diversões que tentam ser cópias mal conseguidas (opinião pessoal) de um qualquer luna parque. Os palcos com música – pelo menos por estes lados – não trazem qualquer atractivo, sendo espantoso quando nos apercebemos de quem são os músicos que por cá mais vendem (parece que actualmente é uma tal de Rosinha, e esta, hein?).
Onde moro actualmente, participo – por razões de me ser vital o processo de socialização quando ligado às tradições – no S. João Degolado, por ser necessário um grupo que “dê voz” às cantorias. O ganho foram algumas (poucas mas sólidas) amizades feitas no grupo. Para além desta prestação, tudo se me afigura ficcional: as senhoras desencantam roupas do fundo das arcas, parecendo dar abertura à temporada de ópera do S.Carlos e – pasme-se! - evola-se das indumentárias um aroma à velhinha naftalina a fazer espirrar os mais sensíveis -, os cavalheiros ostentam ares importantes usando, nesses dias, o antigo relógio de corrente amarela herdado dos antepassados e, sempre que as eleições se aproximam, os autarcas mais proeminentes marcam presença nas comemorações religiosas, fazendo-se, em tempos mais ‘discretos’, representar por assessores que vão (mais ou menos disfarçadamente) bocejando e olhando para os ponteiros do Rolex.

Verão, feiras e romarias

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Mal cheirando ao Verão, começa a época em que as festas (grandes e pequenas), em muitos lugares, semanalmente, irrompem, trazendo aos que as fazem ou usufruem a (boa) lembrança de efémeros instantes de horas conviviais. (Já sabemos que tristezas não pagam dívidas; mas as dificuldades – quando se tornam permanentes – amachucam o ânimo, até dos mais resistentes.) Assim, ficará das folestrias destes santos padroeiros, que permanecem populares e insubmissos ao peso da tecnocracia, a alegria e o contentamento de reencontrar amigos e, sei lá, talvez as raízes que, a custo, vão resistindo às estereotipias.
Desde já se diga – para não ser acusado de centralismo cultural portuense – que este escrito relativo à saúde e ao futuro das festanças não se aplica apenas à realidade tripeira, onde, aparentemente, o S. João e o S. Gonçalo continuam a ser banhos de multidão. Embora as romarias sejam ainda às centenas, penso haver factores que reflectem a negação do verdadeiro espírito, ou até a previsível extinção das tradições da festa (romeira ou não) no ambiente urbano. Estes factores não são rigorosamente os mesmos que indiciam idênticos problemas no ambiente rural ( e é significativo que, segundo suponho, nas regiões piscatórias, não existe um decréscimo sensível daquelas usanças).
Com o apogeu entre Junho e Agosto, estamos nos meses festivos por motivos que têm a ver com hábitos e práticas rituais muito anteriores ao significado religioso que o catolicismo transmitiu à maioria das romarias. O Verão, o Sol, a plenitude dos ciclos da terra que trazem – com as colheitas – a esperança da abundância e da recompensa dos trabalhos afanosos do resto do ano, conjugavam influências nas festas do Estio que o cristianismo adoptou. O mesmo acontece com os outros ciclos: do Inverno, da preparação das terras, das sementeiras, do aparecimento da Primavera… As festas são (eram?) reencontro sempre renovado (embora inconsciente) do homem com os ritmos naturais. São morte, ressurreição e vida. De toda a gente.

O São Bento é das peras
O São Lázaro dos anéis…
As Marias dos Antónios
E as Anas dos Manuéis.

Hélder Pacheco, Rostos da Gente – escritos sobre património cultural e outras histórias

office 2010, the movie

roubado ao joão aqui


office 2010, the movie

O homem da Rotunda

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Uma telenovela de 1963, que nos mostra duas figuras muito conhecidas. Reconheceis?

O César Ramos acertou: Laura Alves e Artur Semedo numa cena da peça de teatro " O meu amor é traiçoeiro".,aqui fotonovelizada e adaptada por Alice Ogando.

O Cabeleireiro Eva

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Para senhoras sem tempo e sem dinheiro! Que actual é este reclame de 1963 na Crónica Feminina.

Azulinho!

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Outro belo edifício, fotografado pela Luísa Moreira. Adivinhais onde é?

Teresa disse...

Esquina da D. Carlos I.

Yurgen Prochnow no seu melhor..

ja para nao falar na prestacao do Sting (Sting (Gordon Sumner) , numa altura em que (infelimzente) se desintegravam os Police, logo apos o brilhante Synchronicity ('..another suburban family morning.. grandmother screaming at the wall..')) .. E depois a banda sonora, que e do Brian Eno (so coisas boas... Velvet Goldmine, Trainspotting... ) T. nao resisti, referiste em comentario, no post da nossa Teresa (adivinhas de friccao centrifuga), e como este e tambem um dos meus filmes de eleicao, fica aqui com um beijoo..

'Grande patria desimportante..' (mas 20 anos depois, a verdade e a mesma...)

e num dia em que, uma das noticias dos 1os telejornais do dia é o caso de duas jovens britanicas que tentaram 'engrupir' a seguradora com um falso furto, estando de ferias no Brasil.. nao me saiu esta da cabeca.. La esta a velha historia dos episodeos diarios com banda sonora.. bom, vale sempre pelos astros (Cazuza... Galzinha.. maravilhosos!!!)




ainda em estado de afectação

como sempre me acontece, de umas coisas lembro-me de outras.
muitas vezes, ao fim de poucos minutos já não sei muito bem onde começou a conversa.

quando vinha de são pedro de rates, depois do excepcional concerto dos graindevoix, e ao ouvir um seu disco, lembrei-me da música da córsega.
dos tavagna, que já aqui tiveram menção, passei à sardegna e aos tenores de tibbi (património da humanidade, e aqui não sou eu com o costumado exagero, é mesmo a unesco) e rapidamente a savina yannatou.

de repente, talvez para não misturar os sons da lindíssima igreja de são pedro de rates com os do disco e a inevitável comparação, parei o carro para ir procurar um cd com músicas da córsega.
a savina yannatu é grega.
poucas cantam o mediterrâneo como ela.


29 de julho de 2009

2192 Dias desses que Voam


São estes dias todos e mais uma página nova para hoje todos escrevinharmos.
Parabéns a quem aqui escreve e faz o Dias e a quem de nós faz um blogue feliz.
A Ilustração é de Manuel Vilhena e a ele agradeço o apoio que sempre tem dado e em todas as ocasiões ao Dias.
O resto vocês sabem: mais do que citar posts relevantes, todos o são para mim, relembro apenas o momento do encontro com imagens ou palavras que devolveram algo de perdido.
Obrigada a todos os que nos lêem e que sabem manter-nos acordados, dia a dia.

E agora a ficção científica...

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... e quanto a estes filmes que, como se ouvia há uns anos no anúncio radiofónico, são autêntica fricção centrífuga? (Tareca: esta não fui eu que inventei):)

E acertaram a Vee (1- Inteligência Artificial; 2- Blade Runner; 3- Alien, o 8º passageiro) e a Tareca ( 4 - eXistenZ) (acrescento: do realizador David Cronenberg).

A depiluva

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Eu usei muito tempo. Como era exagerada a esfregar, a pele ficava vermelha. Não faço ideia se ainda existe.As mulheres sempre sofreram muito com a treta dos pelos. Suspiro.

Aonde se avista?

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Conseguis descobrir?
Carlos disse...

Avenida Guerra Junqueiro em Lisboa.

Montras de bairro

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Gira esta montra de um padaria. Tem todo o tipo de ornamentos para bolos. O senhor padeiro não podia ser mais simpático. Aonde? Campo de Ourique, pois claro.

... e porque é dia de aniversário

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Durante a manhã de hoje e em conversa de circunstância com uma amiga que vive nas proximidades, evocámos o grande incêndio ocorrido pela serra há dois verões. A Ana, morando perto do local ameaçado e tendo um filho hoje com 3 anos que, nesse dia fatídico, se encontrava em casa com a empregada doméstica tentou, a todo o custo, chegar à habitação. Os bombeiros e a polícia formavam barreira a cortar a estrada, pois o calor e o vento que se faziam sentir contribuíam , a cada minuto, para o alastrar das chamas.
Mas uma voz de mãe desesperada tudo pode (e quanto a mim tudo comanda) e a entoação terá sido de tal modo veemente que lá chegou a casa, tendo conseguido resgatar com sucesso os dois habitantes. Hoje e a propósito do triste acontecimento que tantos espaços verdes e parte de algumas habitações danificou, dizia-me a minha amiga: “nestas alturas, para lá do meu filho e da empregada, só me ocorreu salvar as fotografias”… E a frase da Ana transportou-me ainda para uma outra ocorrência: a casa de uma amiga de infância há cerca de 15 anos assaltada. Neste caso, o que a Paula mais lamentou foi o desaparecimento de uma mala onde guardava cassetes vídeo com registos dos três filhos ao longo do crescimento, mais do que os valores materiais que consistiam em algum ouro herdado de avós ou bisavós, bem como os electrodomésticos mais facilmente “manuseáveis”. A revolta por tal perda de memórias foi tão expressiva que, passado um mês, já tinha conseguido vender a moradia e feito a mudança para um andar antigo, comprado em Lisboa.
Por estranho que pareça e em dia de pouca inspiração (estou a reservá-la para tentar concluir um trabalho de faculdade), tudo isto me remeteu para o “Dias” hoje aniversariante – o passado é importante por perpetuar a nossa identidade, embora acredite que tal convicção não signifique uma vida exclusivamente projectada nos tempos que voaram e, atrever-me-ia a concluir ser essa mesma ideia que todos nós para aqui tentamos transportar, e que nos permite viajar no tempo através de histórias antigas (individuais e colectivas) , de registos circunstanciais do quotidiano ousando, de igual modo , viagens ao futuro.

graindelavoix

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os graindelavoix são um dos mais brilhantes grupos que se dedicam à música antiga (entendendo por música antiga aquela anterior ao barroco).
e são-no de um modo diferente daquilo a que nos habituamos a ouvir na música antiga:
experimentando muito, percorrendo caminhos 'novos', fazendo leituras que ainda estavam por fazer, fazendo 'misturas' que sempre desejámos ouvir.
nascido da paixão dupla de björn schmelzer, um flamengo de antuérpia, pela música antiga e pela etnomusicologia, os graindelavoix foram buscar o nome a um frase de roland barthes: 'le grain, c’est le corps dans la voix qui chante, dans la main qui écrit, dans le membre qui exécute'.
e esse deslumbre que hoje espero ter direito a ouvir em são pedro de rates: uma viagem pelos pelos místicos, os menestréis e os monges do século 13 na corte de brabante.

se o bilhete não chegar a tempo, não sei se chore se me prante no adro da igreja a sorver os sons que transbordam para fora da igreja.
provavelmente a segunda hipótese será a mais útil.

adivinha para os 6 anos do dias!

num cantinho de lisboa... mas onde?

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Resplandecente

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Reconheceis?

 César Ramos disse...

Campo de Ourique - Rua Luís Derouet
(ao lado da Federação do desporto que pratico)

Prédio com fim à vista

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Está de tranca à porta que anuncia o fim. Adivinhais onde é?
Rua Tomás da Anunciação, Campo de Ourique

Lisboa que respira

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Fotografia de Luísa Moreira

28 de julho de 2009

guimarães, pela noite



há uns dias, antes do concerto dos
bishop allen no centro cultural vila flor, respondi a um longuíssimo inquérito sobre a vida cultural de guimarães e outras questões acessórias para fazer contas ao dinheiro que as actividades culturais podem trazer para a cidade.
numa dessas 300 perguntas sobre tudo, questionavam-me sobre 3 coisas a que associava o nome de guimarães.
escrevi 'centro histórico' rapidamente e pensei algum tempo até escrever 'vitória', 'o vitória'.
não consegui encontrar o terceiro.
no domingo regressei. jantar com o meu irmão e a minha cunhada.
coisa difícil ao domingo à noite, com (quase) tudo fechado.
queria ver o concerto dos
mu e ter um jantar
tive um excelente jantar, mais pela companhia que pela comida e assisti ao concerto... da janela do restaurante.
os mu são excelentes músicos, embora um pouco 'curtos' de criatividade. lá chegarão. espero.


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desculpem.... abre-se abrindo e fecha-se fechando?
quem terá sido a ave rara que mandou colocar estes sinais?

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é sempre bom saber que a menina transmontana andreia rio conta com o apoio das farturas brunato...
a informação é indispensável para o progresso das nações

Objectos do passado

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Utilizados há mais de um século num país a que nos encontramos historicamente ligados, para que servem estes objectos e - caso saibam - qual o seu nome no país de origem? (esta é opcional por já ter outro nível de dificuldade)...

A Luísa sugeriu: "chá e Inglaterra" e a Vee concluiu: "colheres para colocar as folhas de chá, conhecidas como caddy spoons".

Ilustração de Lisboa

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Uma muito bela foto de Lisboa. O Elevador da Glória. Esta é para saborear, não carece de adivinhação.

Fotografada por Luísa Moreira

AINDA O TOUR

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Era disto que ele falava, caríssima J. quando dizia que queria ser agricultor numa terra por onde passasse o Tour. Esta belíssima fotografia, juntamente com outras, podem ser vistas em: http://www.boston.com/bigpicture/ , e chegou lá boleia do “Arrastão”.

Estivera-o


Ainda se bebesse um Jameson, um Gin-Tónico ou mesmo uma simples imperial! Mas não, tinham que estar beber coca-cola. Só por esse detalhe se via que era uma fotonovela estrangeira, pois estávamos em pleno 1968. O Guilherme não parece ser boa peça e a ela custa-lhe a acender o cigarro. E os cabelos estão cheiérrimos de laca! Puro Corin Tellado:)

Fotografei você na minha Rolleiflex...



A Maria Helena Silva na capa da Crónica Feminina de 13 de Novembro de 1969.